Adoro pobre que se acha a "popriedade" em algum assunto. Hoje, ao entrar na agência, um camelô vendia livros infantis por 1,99 - daqueles bem vagabundos, falsiês da Disney e desenhos para colorir. E a pobra dizia com o peito inflado:
- Acho muito bonito vender livro por preço baixo, assim o povo lê, fica culto e muda o país.
Kkkkkkkkkkkk, não entendo como "O Patinho Feio" pode dar algum embasamento político para um popular. Quiçá o nível literário saltará de "Dona Baratinha" para "Sagarana", do Guimarães.
Só tenho uma coisa a dizer: não fode. Saiam do mundo de Pollyana. Voltem a ler Contigo. C'est tout.
Para dar uma preview da minha próxima indiada, vou postar fotos da minha querida Peshawar. Cliquem na foto para visitar a página do respectivo fotógrafo no flickr. :) Shukria!
Arzinho de férias. To do list turbinada. Trabalho das 8 às 22h. Quarto em caos. Laptop precisando ser formatado. Uma pilha de cacarecos e traquitanas para levar pras arabanças. Coisas para comprar. Passagens para acertar. Vistos para buscar. Amigos para abraçar antes de ir. O aniversário da melhor amiga, o regime para perder 3 quilos antes do embarque, a pré-Páscoa atiçando minhas lombrigas. Ovos de Páscoa cabeceados no supermercado. Ainda não achei um sapatinho pretinho básico pra combinar com tudo. Descobri que a Air Blue permite bagagem de 30 kg. Entendi que o que o Paquistão tem a ver com o Brasil não é apenas o gosto pela gambiarra, mas o amor por malas grandes e pesadas. Não vai dar tempo de fazer escova progressiva. Preciso de um secador de cabelo turbinator Tabajara em Dubai. Levo minha sandália branca para fazer um cruzeiro? Manhê, me empresta um chapéu pra eu fazer a Deneuve do deserto? E seu óculos mega power powerator catchufado de cristais Esvaróvisqui? Ok, consertar meu óculos Raybaiano da Chilli Beans - é tosco mas é rocker. Depilar as pernitchas. Comprar um soutien tomara-que-caia pras coisa não cair. Marcar manicure e pedicure antes de ir pro Rio. Comprar um presente pra sogra. Sim, desodorante e sabonete - não suporto os gringos. Desbloquear meu celular. Queimar CDs com mp3s pra ouvir na viagem. Encomendas de Amsterdam? Não vou mandar semente de maconha pra ninguém. Dubai? Paquistão? Não, não trarei bomba atômica pra ninguém pois a do Fernando Vives já vai ocupar um bom espaço na minha mala. Precito trocar o óleo do carro, pohhha. Aaah sim, imposto de renda e tirar as roupas que ficaram largas do armário. Não, não vou comprar o polar da Decathlon, nem o casaco corta-ventos. Se for pro Himalaia, vou de casaco da Zara: sportive but always phynna.
Afff... Ok, vou ficar quietinha uns dias. Muuuuuuita cousa pra fazer.
Você quer muito um pôster da Viviane? Muito mesmo? Então entra, se joga e se cadastra no site. Não esqueça de selecionar a opção abaixo para adquirir gratuitamente este pôster: sim, eu quero receber; não, eu não quero receber.
Acho phynno. Vou tirar o bodegón da sala e pendurar a Viviane.
Ontem jurei que alugaria "Jogos Mortais III" e voltaria pra casa pr'uma brain dead Friday com pipoca e cochilos durante o filme porque eu fico acordada como uma raposazzzz...zzz..zzzzzz...zz.
No mesmo dia que eu deixo de sentir qualquer força nos dedos dos meus pés* uma amiga querida que vive em Hong Kong just popped up com duas gringas. Lá fui eu pro Bar Brahma ver Carolina Soares. Não, eu ainda detesto sambão, é fato. Mas a mulher é foda e tudo o que eu não engulo em artistas brasileiros consagrados, com ela desce que nem seda.
Carolina, grávida e linda.
Pois bem. Sábado de manhã é dia de lavoro. Aproveitei para emitir umas pendências e já estava pronta pra ir pra casa me jogar na cama. Então, piririm piririm piririm, a Celena ligou pra mim:
- Ká, vou pra Moema. Ponta de estoque.
E ainda soube que tem uma nova Jorge Alex por ali. Aaaah, não fode. Até agora não decidi se vou ou não. Até porque acabei de emitir meu biête e tô mais lisa que a cabeça do Espiridião Amin.
Sem falar que marquei duas pândegas com grupos de amigos diferentes e não posso desmarcar. E domingo... Bah... Com tanta mostra na cidade, vou dormir?
Que sensação de máquina fotográfica sem pilha. Sabe quando você quer bater a foto e a imagem da pilha em vermelho pisca no visor? Tô assim. Quero tudo, não tô conseguindo nada.
Enfim. Carai.
Vou dormir. Que post bobo, eu sei. Mas não esperem coerência quando os neurônios estão exaustos.
Tá passando no Ratinho um pessoal que come carne de iguana em um desses paisecos da América Central - Nicarágua, Honduras, Djibuti, um troço assim. América Central é uma tripa de terra cheia de país miserável com uma Costa Rica enfiada no meio, ay ay ay.
Fala sério? Comer IGUANA? Tipo... Não é fome. É iguaria. Ui, bee. Diferença cultural? Ui, mona. Puta desequilíbrio ecológico com essa moda estúpida. Ô povinho xucro. Vão se foder. Meu respeito pela cultura alheia acaba quando esse povo apela. Virem canibais, todos. E se comam todos até acabar.
Um bumerangue, uma pipa redonda, um livro sobre confecções de pipas em inglês e ... E o bambu? Ah, não fode, Apu!
Eu odeio gente com a tal da Síndrome de Quico: você pergunta o que a pessoa gostaria de ganhar e ela te dá um absurdo de resposta, tal qual a bola quadrada do supracitado personagem.
Enfim. Perguntei pro meu marido inguinoranti o que ele gostaria de ganhar. "Um bumerangue". Ah, claro. Não fode, turco. "Quero uma pipa redonda". Caráleo, como transportar uma pipa redonda num vôo transcontinental? "Você compra, desmonta e a gente remonta!". Não fode, Abu Malagastrangas. Como isso? Me economiza que vou desentortar bambu e mexer no papel de seda. "Então quero um livro sobre confecção de pipas. Em inglês, porque não falo teu idioma aí." Lógico, lógico.
Sabe o que é mais sensacional? Consegui o tal livro e o bumerangue em uma tarde. E a pipa?
Kkkkkk genteee, eu só tava desejando feliz ano novo iraniano pros meus amigos iranianos. Deixem de ser "inguinorantis". Eu também não entendi muito cazzo, até porque não palo farsi. Leio árabe, me viro no pashto, pasto no urdu... Mas farsi, meu fiofó.
Genteee, isso é um blog cosmopolita. Amo vocês.
beijos
P.S.: e no pashto, eu pasto? Pá caráleo. Hm hm, sacou, sacou?
Hahahahaha, não fode, Bu. Desde quando minha mãe gosta de música eletrônica? Adoro.
Ó turca, já que tu curte a parada, porque não se comoveu com meu bode? Aceitava tanto uma doação de 80 dinheiros pra ir na Spirit of London. Não, não que eu seja pobre, kkkk. Mas gastar 150 pra ver Pet Shop Boys na sexta e 80 conto pra me jogar no dia seguinte é meio too much pra quem cruza o Pacífico com um Alka Seltzer na mão.
E fecho o post com a frase do about me do meu amigo Caito: "me deixem ser rico em paz!". Kkkkkk, te amo. Vamos fazer as phynnas em Candem Town, please.
Ontem fui ao show do Pet Shop Boys. Show nota dez, público nota zero. Gente, que super low profile. Pensei que ia bombar de bees, mas tinha um povinho estranhésimo. Gente que estava na pista e queria espaço. Inclusive uma baixinha que ficou me empurrando e estorou a alça da minha bolsa de pirraça.
Ai, me economiza, né? Muita baixaria e o som estava super baixo no início.
Mas tocaram "Flamboyant" - uma música que quase nunca é tocada ao vivo e, oras bolas, é a minha favorita top of the pops ever. Fecharam com "It's a Sin" e "Go West". Fódeu, morri, m'enterra. Fiz vídeos com o mobile, mas ficou um chorume.
Hoje é dia de molhar a calcinha on the dance floor, freguesia. Queria me produzir muito, fazer a Karen Walker. Mas a verdade é que vou fazer a Dona Armênia e me jogar na chón. De jeans e tênis mesmo. Pet Shop Boys no Credicard Hall. 150 dinheiros, carai. Mas vale? Vaaale.
Haja trampo, carai. Pra adoçar a night, tô ouvindo Amado Batista e tomando chá. Princeeeesa, a deusa da minha poesia... Ternura da minha alegria... Nos meus sonhos eu quero te ver...
Toda menininha apaixonada gosta de postar letra de música de paixonite no blog. Bem. Tô no meu momento. Não, não, não vou colocar nada apaixonado ou meloso. Mas uma música que traduz bem um momento da minha vida. Não são cousas do coração, mas de outro importante e nobre órgão de nosso corpo.
Ah, sábio Falcão, como tu é sábio quando canta:
O médico falou: “Deu positivo!” Não sei por quanto tempo estarei vivo Agora eu sei que nada adianta Mas nunca em minha vida eu deveria ter bebido aquela fanta
Talvez eu não devesse ter falado Agora, vou perder meu patrocínio E de acordo com esse raciocínio Pra não ser injusto ou dar desgosto Eu vou falar também dos outros
Bebi cada veneno desgraçado! Que acabei com a massa do meu sangue Mirinda, crush, seven-up, teen e tang Gatorade, guaraná, pepsi, grapette Meu bucho cada dia mais se esfola (2x) E eu não largo a coca-cola
Eu sempre acreditei ser elegante Não beber água, só beber refrigerante O padre disse: “Não é pecado” Mas eu sei que coisa boa não me sobra Bebendo essas gororobas...
"Veneno Também Mata", do álbum Quanto Pior, Melhor.
A thousand years of timeless days, somnambulating.
Ele parece um mix de Guy Pearce com Gugu Liberato. Mas finalmente consegui baixar "Emotional Technology" de BT. E sim, vou comprar o original. Não botava fé nesse mas estou lôca da calcinha com o álbum todo. Recomendo, recomendo, recomendo!
P.S.: Não sei o que significa a raxa que aparece no clip. Ah bee, quer convencer quem? kkkkk
Incrível como a praia pode ser nociva a phyneza da muié: cheguei toda Catherine Deneuve do deserto em Santos - escova, make up, sandalinha fashion, roupinha biíta. Você pisa na areia, a make up derrete. A escova estraga. A roupa se enche de areia. Bye bye Deneuve, hello Tati Quebra Barraco.
Can-sei.
No próximo sábado já chego de havaianas e maiô com saída de praia adequada. Pra que fazer a phynna? Especialmente na baixada Santista: por pior que seja o grau de celulite na bunda, sempre há gente pior. Você pára de prender a respiração, solta a barriga e vai pra galera.
Acho digno.
Bem, leitores do meu Brasil-il-il, bom final de final de semana. Tô doida pra me jogar numa balada gay, dançar na The Week, fazer a Karen Walker. Mãs tô devendo 150 dinheiros pro meu queridíssimo Charles Edward pusquê tamo ino no show do Pet Shop Boys na sexta. Morrerei no dancefloor.
Nada como um final de semana loser: Grey's Anatomy em DVD, chá preto Peshawari com leite, chapinha pra refazer a escova. E, finalmente, meu banho de beauté.
Em breve, fotos da baixada santista. Desde o homem-saco até as que tirei hoje. Aliás, minha Canon Powershot A95 morreu oficialmente neste sábado: travou o "biturador". O conserto sai mais de 800 dinheiros. Meu cu. Lá vou eu procurar uma câmera nova. Sorry, Canon. Você é magavilhosa mãs eu sou uma Pentax-kind-of-girl.
Superstição de fotógrafo (ui, bees, me achei): jamais, jamais (leia "jamé", please, tô com a bicha francesa on) "traia" a sua marca favorita. Sempre fotografei com Pentax e optei por câmeras digitais Canon. A Pentax não lançou grandes câmeras digitais amadoras. Mas agora lançou uma digital chamada K-100: uma mocinha que aceita lentes da minha queridíssima K1000!
Dá até vontade de chorar. K1000 é foda. K1000 foi minha experiência em fotojornalismo (me chamem de velha, eu sei). K1000 tem sabor de infância, assim como danoninho. Marca de câmera é que nem grande amor de uma vida: só há um. E bêibes, tô babada de paixão por essa cousinha aqui:
Manhê, se eu chorar na BH, tu não faz a envergonhada...
A farra é legal. Adoro uma baderna. É jóia mandar o presidente com cara de chimpanzé tomar no cu. Pirei com a folia na Paulista. Tudo muito divertido e arruaceiro.
Pena que a folia seja tão superficial, pena que a baderna não tenha um suporte intelectual lá muito afiado (vá lá, mal leram o Manifesto Comunista, quiçá leram em quadrinhos). Pena que não usem do mesmo raciocínio lógico na hora de eleger o próprio presidente.
E quer saber? Entre o roto Bush e o esfarrapado Chávez, opto pelo cuzão estadunidense, mesmo. Pelo menos lá nóis podi comprá naique shóquis, kkkkkkkkk.
Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra. Que calor da porra.
O Adriano me convidou para um Meme (obrigada, Pulga e Adriano, pelas explicações, a ex-loira conseguiu entender) para saber como é minha relação com leitores.
Bem...
Tudo o que tenho a dizer é que devo agradecer pela leitura. Já tenho leitores de longa data e fico super orgulhosa quando vejo comentários e muitas visitas no meu blog. Vale lembrar que eu não saio divulgando o Libanesa, logo, obrigada pelo boca-a-boca.
Gostaria de me desculpar se "falto" em vossos respectivos blogs. Sempre dou um pulinho nos links que deixam nos comentários. Gosto de conhecer quem me visita. Na maioria das vezes, a surpresa é ótima. Desculpem se não comento sempre. Não significa que eu não leia. Por exemplo, o blog da Ro Salgueiro é dez. Mas eu não tenho referências sobre dança do ventre (ainda, Rô). Aprendo um bocado, mas sempre fico aflita com "o que comentar". Acabo não dizendo nada. Nesse ponto, acho que se não temos nada relevante a dizer, é melhor não dizer nada.
Conheci muita gente legal via blog. Um dos meus amigos mais queridos caiu de gaiato no Libanesa quando procurava informações sobre o Canadá. E leu meus posts entre janeiro e março de 2005, o período em que morei lá. Ou o Rafa que criou o minhocoçu. Ou a Lana que adoro e vivemos discutindo coisas polêmicas (Lana, você me deixa lôca da calcinha). Ou o Ants, que é roomate de um amigo meu - amigo que conheci via o amigo que visitou meu blog procurando info de Canadá. Ou a Roberta Lage que lê meu blog lá dos EUA. É mole?
Não vou dar muitos nomes porque minha memória é ruim e posso esquecer de citar alguém aqui e agora, depois fico apavorada. Só citei os exemplos mais absurdos, hohoho.
O fato é que sem meus visitantes e leitores... Meu blog perderia a razão de ser. Não, não escrevo para agradar ninguém. Vocês já notaram meu total descompromisso ao escrever posts, aposto. Mas tendo uma audiência tão seleta e especial... Se a perdesse, seria fooooda. Né Valmir?
Obrigada a cada um de vocês pela paciência. Vejam no meu histórico há quanto tempo o blog existe. E não é puxa-saquismo, mas meu blog nunca foi tão bem freqüentado.
De vestidinho retrô azul marinho com bolinhas, saltinho e novo corte de cabelo, passei o dia na agência ouvindo Rammstein e Megadeth. Cinema? Rocky Balboa. Porque o lado caminhoneiro nunca morre, por mais feminina que a turca esteja. :)
Hoje, celebrando nossa igualdade - apesar de termos um cérebro menor, devo largar aquele arroto forte depois do almoço?
P.S.: Não assisti Rocky Balboa. Acabei assistindo Labirinto de Fauno. Não havia sessão no Kinoplex, só em alguns cinemas... Er... Low profile demais. Santa Cruz meu cu.
Dois idosos de Monte Alto, a 353 km de São Paulo, tiveram uma decepção após plantarem uma árvore em um canteiro da cidade. Depois de três meses, eles descobriram que o suposto vegetal era de plástico. "Achei que ia virar planta", diz o comerciante Domingos Alves, 60 anos.
Junto com o amigo, o também comerciante Alceu Colevate, 70 anos, ele havia achado a árvore abandonada ainda em 2006, e decidiram fazer uma boa ação. Os dois replantaram a planta no canteiro do mercado municipal da cidade.
Passados três meses, a árvore não cresceu, não floresceu, nem murchou. Mesmo assim, ambos continuaram cuidando dela. Somente depois de um vendaval que arrancou muitas "folhas", no fim do ano passado, eles perceberam que se tratava de uma planta artificial.
"Fiquei decepcionado", diz Alceu. "Apavorei. Fiquei chateado", completa Domingos. Por conta do episódio, os dois passaram a ser conhecidos como "ecologistas artificiais" na cidade.
Depois, os amigos resolveram refazer a boa ação e plantaram uma nova planta. Desta vez, juram, é de verdade. "Se quiser, mostro até a semente", afirma Alceu.
1. Devo considerar inovador e bonito essa peidorreira que a moça faz com a boca?
2. Porque francês (ou franco canadense) adora uma nudez? Porque a maioria das expressões artísticas francas sapecam teta, pé e pernas? Isso quando não mostram a xóca.
3. Se vai mostrar o pé, porque não vai na manicure? Uma vez na vida, pra marcar um clipe... Por menos de 15 euros e 40 minutos...
4. O que ocorre com os dentistas franceses? É tanta boca feia per capita... Kkkk, sim, PER CAPITA.
5. Masturbação artística? Sorry, eu passo. A única masturbação que presta é a mão naquilo. O resto, blééééérgh.
P.S.: Sorry por não ter post melhor. Trabalhei o dia todo e segui pro curso de mergulho, tô morta. Braindead.