Hoje, quarta-feira, vou dormir feliz. Sabem aquele ser todo nervoso e arrogante que ninguém tem coragem de mandar chez la maison du caralhô mas no fundo morre de vontadeee?
Pois é, babies. A turca aqui subiu no salto 10, jogou o cabelo de lado, botou a mãozinha na cintura e descascou o verbo. O legal é que sou uma das duas únicas mulheres da empresa e, pelo visto, se tivesse uma piroca... Seria daquelas!
Não estou me achando. Simplesmente perco a paciência e o bom-humor com gente que desrespeita seu trabalho, o trabalho de seus colegas e trata seus subordinados como bosta.
Olha. Eu até engulo alguns desaforos. Mas só de gente que trabalha mais de 6 horas por dia, que sabe o que é ralar pra ter salário e sabe respeitar seus superiores, subordinados e gente do mesmo nível.
MESMO QUE O SER DO MESMO NÍVEL SEJA UM MINHOCUÇU, PORRA!
Porque mulheres boazinhas não enriquecem. Pensem nisso, meneenas.
Eu digo que algumas coisas só ocorrem comigo: se um vôo é cancelado, é o meu. Se, no Wal Mart, dá problema em um dos 100 caixas, é justamente o caixa em que estou e na minha vez (na última vez a esteira que empurra as compras QUEIMOU, quase pegou fogo e ainda tive que empurrar todos os litros de desinfetante). Se o gato mija em um carro no estacionamento, escolhe o meu, lógico. Enfim... né?
Bem, justamente HOJE fui ao teatro assistir "Cada um com seus Pobrema" (ótimo, maravilhoso, tudo de bom) no Frei Caneca... E é lógico que a culturete mais suja com saia de chita e chinelas havaianas sentou-se bem ao meu lado. E é lógico que tirou o chinelinho do pé sujo, escancarou as pernas e apoiou aquele pezão de pobre na poltrona encostando na minha calça preta. E é lógico que essa calça vai ser lavada com Lysoform. E é lógico que minha mãe teve ataque de nojinho e riso ao meu lado.
Eu acho que deveria haver um código de higiene em ambientes públicos fechados, sabe? Deveriam proibir sandália tirável ou pessoas com pé sujo, deveriam fiscalizar cecílias e cheirar os entrepernas das culturetes - porque aquela porca estava com as pernas escancaradas e com o pézão no meu espaço. Ah, que nojo, né leitor? Que coisa feia que essa libanesa diz. PORQUE NÃO ACONTECEU COM VOCÊ.
Sempre sonhou em ser aeromoça? Voa, ãmigã: nesse site tem vários modelitos de uniforme de aeromoças das mais variadas companhias aéreas. Pasmem, mas o site é de um homem. Do Cliff Muskiet. Vejam foto dele, é tuda. Xonei na bee.
Na mesa ao lado meu colega Elton começa a rachar o bico enquanto procura um hotel em Juquitiba.
- O Kaká, você ficaria num hotel chamado "Hotel Fazenda Paraíso dos Cães"?
- Hahahahaha, cuma?
- É isso aí, ó...
- Afff, que nojo. Deve ser um hotel cheio de cagatina de cachorro, que nojo.
- Tem alimentação adequada e bebedouro com água de nascente.
- Afff...
- E passeios monitorados por pessoas qualificadas...
...
É. Depois de algumas horas chegamos à conclusão que o hotel é para caninos e não para simpatizantes daquelas velhinhas loucas que moram no fim da rua com 10 cachorros, 30 gatos, incontáveis periquitos e um casal de cágado. Só descobrimos depois de matutar porque diabos teriam assistência veterinária 24 horas.
Já que todo mundo tá fazendo e se achando os Brad Pitts e Angie Jos da vida, here I go. Afff, me erra, né? O que tem de gente se deslumbando... No mais, hello, this is me, say "hello cheekbones".
Alicia Keys é meu cu. Idem pra Audrey tatou, gente, e minha mãe me diz que sou bonita. Kkkk... Mariah Carey? Jesus, me dá uma tamancada! Laetitia Casta? Ui, "si sinti" agora.
Gente! Tô bege. Depois de Senor Abravanel, o Show do Milhão chegou até a Índia! E o apresentador é o todo-poderoso gostosão Sharukh Khan (que deixa as muié babada, iscrusivre eu)! E vamos conversar, ele tem todo o seu charme com um je ne sais quoi do patrão - talvez o cabelo a la Jassa do subcontinente?
Sabem o que é melhor? Que 1 milhão de rúpias dá maisomeno 24,000 USD. Logo, ser milionário na Índia não é lá grande coisa: você continua pobre, só constrói uma laje, compra Toyota Corolla e faz um casamento daqueles cheios de neon e frô pras familhança.
Bem, vejam todo o garbo de King Khan:
Se tiver saco de assistir, a companhia aérea formada em Calcutá em 1946 era a PIA. Nada como ler a bordo e absorver cultura inútil. Viu, poderia ser "milionária" na Índia.
E se você gosta do reizão de Bollywood, achei um vídeo jóia de "Cafe with Karan", um programa tipo Oprah dos indianos que passa no Star Channel (adoro, adoro, adoro, ah que saudades de Peshawar). Aqui com a patroa, a atriz ex-monocelha Kajol:
Acho que educação é algo que vem do berço. Eu posso ser o que for, puta e o escambal, mas tenho uma educação que meu pai sempre exigiu de mim.
Para refletir. kkkkkkkkkkk
Podem tirar tudo da gente, desde dinheiro à paciência mas educação é uma das coisas que morre conosco.
Não só isso. Algumas coceirinhas, implantes dentários e DSTs, também. kkkk
Depois que comprei a Tati fui obrigada a comprar jornal frequentemente. E quando compro, aproveito para dar uma lida rapidamente nas notícias.
O que é Tati? Não acredito que eu e a Bruna Surfistinha temos cachorrinhas xarás. E nada como um Totó pra arrumar mais um assinante pra Folha. Kkkk fico toda feliz quando o Harry dá aquela cagada na Barbara Gancia.
Michael Jackson será papai de quadrigêmeos de uma mãe de aluguel. Bom, isso deve ser boato. Ou não... Bom,nem dá mais para acreditar nas fofocas a respeito deste ser que teve coragem de mudar a cor do próprio corpo.
Bem, não foi ele exatamente. Foi um tal de Sr.Vitiligo, deve ser italiano o feladaputa - sem ofensas.
Longe dos meus pais, com homens estranhos na cama, tive que cheirar sacos fedidos, ainda tive que enfrentar invejosos de plantão, assim como, a hipocrisia e o preconceito na sociedade. Este foi o “lado negro” que enfrentei.
No jornalismo a gente puxa, na putaria literal a gente cheira? Hahahaha, morri. Alguém me crema pr'eu virar purpurina?
O QUE APRENDI COM A PUTARIA? - Aprendi um pouco de marketing. Rs.
Mãããããe, kkkkkkkk... O que vocês aprendiam na FEA???
Meus sinceros agradecimentos ... ... aos jornalistas que me procuraram, pois se não fosse o trabalho de vocês eu não teria tido estes quinze minutos de fama!!
Porque, afinal, o trabalho do jornalista termina sempre na merda: do ofício ou do cachorro. :D Ou das duas coisas.
P.S.: Quero um nome novo bacaninha pro meu Blog. Se Raquel Pacheco é Bruna Surfistinha, quero ser a "Turca Sofistinha".
Se Bach compôs "Jesus Alegria dos Homens", alguém deveria compor "Americanas Alegria dos Pobres" - de preferência alguma banda com algum animalzinho dos teclados ou cabelos de Ximbinha.
Na última quinta-feira visitei um desses exóticos e populares estabelecimentos no Xópis Frei Caneca. Acho phynno, cristão e politicamente correto o sortimento e grande variedade de produtos que fazem a vida (e os cabelos) do povo menos duro:
AmaciHair - pra fazer o que não se mexe se mexer.
Produto "Toin e Floft" do Netinho. Pros cachos ficarem soltinhos e fazer "Toin e Floft" kkkk
ColorChic - Porque chique é ser mulher de cabeça feita
Condicionador Marcia - por R$ 2,99 fica phynno estocar amaciante de cachos
E quem disse que o capitalismo não liga pros populares?
Thanks, Dri Spaca. Tenho que dar continuidade à divulgação do feliz cantor descalço. É uma das manifestações culturais brasileiras mais próximas à genialidade plena. Destaque para as legendas aos pés do moço: chapa quente e ui, ui, ui.
Charles Edward, my love, mais uma produção cultural da terrinha.
Genteee, baixei tanta coisa. Mil thank yous pelas sugestões, adorei tudo. Marcianas, Boate Azul, sertanejo de raiz. Ainda salpiquei com Rick & Renner (eu tinha o CD, please, abafa) e Bruno & Marrone. :D Depois vou pra seção de música árabe com muito Hakim, Cheb Mami, Dania e Najwa Karam pra fritar os miolos dessa gentança.
Agora vou pegar meu danoninho e assistir os dois últimos capítulos de LOST (da segunda temporada). Vou dormir feliz com tanto repertório, com meu Sayid e com meu Sawyer, com a pechincha do galão de desinfetante por 1,35 no Wal Mart (meu lado dona-de-casa) e last but never the least: meus danoninhos.
Yayyyyy, que venha a sexta-feira, tô feliz.
Bridaduuuuu (anotando: Fabio Jr. deve ter um cantinho no repertório)
Gente, há dias o mini-maconheiro do andar de cima anda ouvindo música nas alturas. Nada contra, estava ouvindo um trance até legal. Mas agora desceu o nível pro forró. Ok.
Vendetta? Domingo vou acordar cedão pra ouvir "Ainda Ontem Chorei de Saudades". Alguém tem mais sugestões duns sertanejos fodidões pras 9 da matina? Vou aproveitar pra queimar um CD, aqui no escritório temos um aparelho de som da Aiwa que eu chamo de "sonho de pobre": MILHARES DE WATTS DE POTÊNCIA, NEON E MUITO PISCA.
Me aguardem, vizinhos. É guerra? Pois vou combinar a belicosidade árabe com o sangue ruim de um passado italiano do tempo do Duce.
Quando chegamos à conclusão que "Sylvia Saint é a maior xana larga do mundo", concluo que trabalho demais com homens e que deveria trabalhar ao lado da única mulher da agência (além de moi).
Punheteiros de plantão, me corrijam se escrevi "Sylvia Saint" corretamente.
P.S.: Não, NÃO tenho fotos do Paquistão, só algumas poucas de Lahore. Fiz vídeos na minha MINI DV, logo, se um dia tiver paciência e muito tempo de sobra, subo alguns no You Tube para vocês verem a turca se fodendo. :)
O acidente ocorreu aos pés de uma das mecas do jornalismo paulista: o prédio da Editora Abril. Jornalistas assistiram ao episódio de suas mesas. Êxtase. Um acontecimento desses na porta é como jogar carne pra leão faminto. Queria estar lá pra ver, mas não sou mais jornalista (e nunca trabalhei pros Civita). Contei com o depoimento de minha irmãzinha Nonô Frufru.
Dona Nonô trabalha no predião bonito e joiado na Marginal Pinheiros. Recentemente, seu carro foi atingido por um ônibus ensandecido dirigido por um motorista tresloucado na porta do mesmo edifício. Depois, foi atingido por uma perua classe média. Coitadinha da moça tão zelosa com o carro.
Nonô é mensalista de um estacionamento afastado da redação. Mas um dia, cansada, decidiu estacionar o Ford Ka em um estacionamento ao lado da Abril. Pagou a diária e deu-se o presente de caminhar menos naquele dia abafado de verão. Deixou o veículo na vaga ao lado do muro na Marginal Pinheiros.
"Vi meu carro na TV. Se chovesse, cairia com o guindaste!", exclamou a ariana.
A conclusão? Não sei. Mas Nonô, please, jamais estacione seu carro no aeroporto quando a turca aqui for visitar a familhança lá longe.
P.S.: Nonô está bem. Quase me matou do coração porque, apesar do prédio ter sido evacuado, algumas redações continuaram o plantão. Ela passa bem e já resgatou seu Ford Ka, aquele carrinho peralta.
P.S.2: o túnel to titio Maluf passa por baixo do reservatório de coliformes (vulgo Lago do Ibirapuera) e nunca ruiu. Hohohoho! Vá, dêem o braço a torcer: titio é foda.
Os 5 filmes que todos deveriam assistir antes de ir pra Itália!
Como boa neta de italiana (sim, sou ítalo-libanezza, bello) que conhece a terra nostra, que é sutil como um membro da Camorra, que vai na Achirupita e que tinha um Fiat (ma che!) chamado Peppino di Capri, cabe a questa paesana indicar 5 filmes italianos que você não pode deixar de asissistir. Especialmente se quiser conhecer a terrinha.
Senão, você não será uma pessoa completamente feliz.
Poesia idílica Felliniana. Um dos filmes mais lindos e engraçados que já assisti. O título "Amarcord" veio de "io me raccordo", ou seja, foi baseado em lembranças da infância do diretor. A cena que selecionei é uma de minhas favoritas (assim como a clássica do pavão branco), até porque o molequinho é o mini-me da minha amiga Celena!
O título é auto-explicativo. E se você acha que a Itália é o berço do Renascimento cheio de mulher magérrima enfiada em elegantes Valentinos, hehe, get real. Povão é povão no mundo todo, carina!
Alguns consideram que este filme seja "capolavoro" de Monicelli. Não sei se é o melhor, pois acho que "O Incrível Exército de Brancaleone" e "Amici Miei" estão pau-a-pau. Mas coloquei este filme no terceiro lugar porque é uma réplica exata de uma família italiana - em especial a minha parentada: a esposa putana, a gordinha que come escondido, a sofredora, a neurótica, o tio homossexual, um marido banana, nonno senil, muito drama.
Não poderia deixar de citar outro "capolavoro" de Monicelli. Um grupo de senhores amigos já na terceira idade aprontando sacanagens pela Toscana. Simples e hilário. A boa notícia é que o filme tem uma segunda parte, traduzida como "Caros F... Amigos" e disponível apenas em VHS em locadoras BOAS. A segunda parte é a recordação de outras aventuras após a morte de um dos amigos - o jornalista Perozzi.
Escolhi a cena em que o grupo entra de penetra em uma festa de um diplomata - a famosa cena do banheiro. Humor escatológico, escrachado. Enfim: humor italiano.
Detesto a Ellen Degeneres e gente que se promove às custas de uma causa. É Bono Vox usando criancinha famélica, é Angelina Jolie fazendo a Princesa Diana dos refugees, é essa atriz usando sua opção sexual para tentar ser o baluarte de alguma coisa que até hoje não entendi o quê.
Talk shows são realmente um exercício de tortura pra mim porque eles não visam entrevistar porra nenhuma - só enaltecer o ego do entrevistador com piadinhas sem graça. David Letterman, pra mim, só no primeiro bloco e com os top ten. Ego trips costumam me nausear um pouco.
Mas nenhum Jô Soares ou Jay Leno conseguiram fazer meu esfôfago pirar de ânsia como a dona Ellen "sou-sapata-engraçada-me-ame-por-assumilr-minha-homossexualidade-você-tem-que-me-amar-senão-você-é-um-homofóbico-de-merda" Degeneres. Vejam a estrevista de Lukas Rossi, o ganhador do Rockstar Supernova:
Ele simplesmente não falou NADA porque ela não o deixou falar NADA. Foi apenas palco pras piadinhas com gagueira típicas de americanos que vêem em Helen Hunt o protótipo da comédia cotidiana perfeita.
Sério, quem seria ela se ela não bradasse aos 4 ventos que ela gosta de uma briga de aranhas? Nada contra, mas acho que usar uma causa para auto-promoção é tão baixo... Mas ok, tem gente que acredita no doce coração do Bono e da Angie, oh oh oh.
Quem faz caridade, não faz pra se promover, mas pra ajudar. ;)
Minha mãe entende muito bem do assunto, porque ela doou 100 dinheiros pro Teleton na surdina. Só soube porque a turca vai acionar o PROCON já que não recebeu até agora o seu bonequinho deficiente. Que cousa!
Custou R$ 14. E juro: preferiria ter ido ao cinema assistir ao filme do Pelé. O nome da peça e a produção da Irene Ravache nos seduziram até o sofrível Teatro Folha no Shopping Higienópolis. Após comer umas batatinhas no McDonald's ao lado do proto... prole... (ai mãe, esqueci o que ele era) alguma coisa do Consulado da Romênia (é, é sempre conosco), nos desacomodamos nas desconfortáveis poltroninhas daquela coisa que têm coragem de chamar de teatro.
Gente, gente, gente. Que decepção. Que peça medíocre! Começa comédia, vira drama, turning points mais clichês possíveis, piadas velhas, esteriótipos gastos e nenhuma inovação no roteiro "Parente é Serpente" wannabe. Não consegui dar uma puxadinha de canto de boca nem pra fingir um "hahaha" daqueles que soltamos em círculos sociais (ainda mais eu, a taciturna dos circunlóquios). Estou decepcionada, o elenco era legal, a produtora é boa e a peça é essa coisa insossa quando o tema dá um puta roteiro interessante.
A coisa era tão descaracterizada (apesar dos pratos árabes e dos badulaques típicos no cenário) que se você trocasse "Nura" por "Antonia", aquilo seria um belo dramalhão do núcleo cômico da novela das oito com tema italianado daquela emissora que você sabe qual.
Além do teatro ruim e a peça idem, ainda agüentei um casal desses bem classe média esculachada que entrou no teatro com biscoito e bebida. Ah, Jesus, me chicoteia, é sempre do MEU lado? O cara ainda não calava a boca e comentava cada frase ou palavra árabe fazendo questão de traduzi-la para sua convivente para impressiona-la? Ah, preguiça...
QUANTOS 8 MILHÕES DE LIBANESES E DESCENDENTES VIVEM NO BRASIL? Porque aquele débil mental tem que traduzir o que significa "charmuta" ou "jalla" sendo que ser libanês no Brasil é como ser Silva ou Oliveira? Como se ele fosse um doutor em idioma árabe representando toda a nação libanesa?
Ah, não fode. Eu gongo total: Teatro, peça e público!
P.S.: Quando voltava pra casa, a turca-mãe sofreu o castigo divino. Tocou o elevador logo pra não subir com a criançada que carregada um Hamster na gaiolinha. "Que rato nojento, se filho meu entrasse com esse troço em casa, matava com vassourada", exclamei. A turca só concordou. Deus gongou a turca errada, ela caiu de bunda com toda sua pompa loira e tailleurzinho vermelho. Kkkkk, Jesus perdeu as esperanças conosco, quiçá Mohammed.
Comemorando a volta do You Tube, vou postar uma versão de "Creep" do Radiohead que adoro. Sim, do Lukas Rossi, vencedor do Rockstar Supernova. Melhor, só Rebel Yell. Desde que vi o guri no programa, sabia que ele seria um dos finalistas. Fico muito feliz por ele ter vencido, não apenas pelo sobrenome Rossi (a famiglia aqui, ele e 90% da Toscana), nem porque ele é de Toronto. Lógico que isso melhora o pacote, mas eu simplesmente adoro esse guri:
P.S.: Amo a Dilana. Mas ela não combina com Tommy Lee e Jason, bah. Ela não precisa de banda. ;)
P.S.2: Eu adoro o Tommy Lee. Bateu na moça, mas quem mandou ela ser tão vagaba?
You Tube fora do ar. Agora eu sei como deve ser viver no Irã, onde o governo bane Orkut, blogs e outras fanfreluches de acordo com a dança política do país. Ok. Acho mais romântico viver no Ira, onde os meios são censurados por uma teocracia louca. Corajosos são os blogueiros iranianos que desafiam os turcão doido.
Já aqui... A censura é porque uma modelo quis dar a bacurinha na praia e ficou toda putinha porque filmaram sua "privacidade". Gozado, não sabia que existia privacidade em praia, mas ok.
Até ontem eu consegui fazer downloads no virtua. Espero que hoje eu consiga baixar o resto e, hehehe, eu tenho o vídeo da mesma. Hohohoho, so much ado about nothing, eh?
Hoje minha mãe foi até a Global Shoes da 25 de março com uma amiga judia (nada une mais os dois lados da Faixa de Gaza do que uma boa promoção) para pegar liqüidação de resto de Natal. Tudo porque mamã e sua amiga judia, a Dona Lori, queriam sapatinhos baratinhos pra usar como chinelo (mãe, abafa, deixa a Fransziska Hübener saber). Sweet, a árabe e a judia conseguiram sandalinhas Azaléia por R$ 9,99. Tão boa pechincha que até ganhei uma para substituir as pantufas.
É horrorosa, mas bah, é confortável a valer. Feita pra pobre andar, pegar ônibus, levá as quiança na creche... Adorei!!! Genteee, tô emocionada. Meu primeiro chinelo de pobre é confortável.
"Vou contar bra mulher da Rabino e bra toda comunidade", disse Dona Lori. É. Pintam Israelenses e Libaneses como inimigos por causa de um pedaço de terra seca esturricada. Mal sabe o mundo que somos tão iguais, kkk!
9,99. Dá pra acreditar? Tô bege, gente. Dá até vontade de pegar ônibus pra testar. Ok, nem tanto.
Pra começar o ano, vou adotar a idéia recomendada pelo Daniel Becher. Recebi o convide do Becher e repassarei o mesmo convite para cinco blogueiros: listar 5 coisas que te emputecem em seus blogs. Para saber mais, clique aqui.
1. Brasileiro e sua relação indecente com filas
Pode ver: se você está no exterior e vai pegar um vôo pro Brasil, adivinhe em qual portão de embarque a fila é mais longa? Duuuuh, no do Brasil. Mesmo que ainda restem 40 minutos para o EMBARQUE (veja bem, embarque e não decolagem), a gentalhança já está em pé para ser o primeiro da fila. Mesmo que os assentos já sejam marcados o populacho quer entupir os compartimentos de bagagem de mão com suas milhares de traquitanas.
E os que embarcam por último porque não são afobados (eu) acabam se fodendo porque a catrefa já ocupou todos os maleitos. Aí você tem que chamar a comissária... Enfim, bafão.
Pra piorar só a gentalha batendo palmas no pouso. Isso quando não batucam. Ah, e como batucam!
2. Excesso de emoticons no MSN
Não estou falando dos , , básicos. Nem daqueles bichinhos bonitinhos que dão um toque cute na mensagem, tipo esse: . Mas até aí, substituir palavras inteiras por emoticons ou (pior) então palavras corrompidas pelos mesmos. Entendeu? Não? Então veja isso e pense se não te dá nos nelvo:
Td bm
Quanto s uma passagem pra Cancun?
Isso quando não substituem a palavra EU por uma foto própria:
acho um absurdo!
3. Paga-paus da Índia
Taí outra cousa que me frita os nelvo. Cena: Gopala Prasada (restaurante lactovegetariano perto da agência), pessoínhas estilo alternativo: muita sandália rasteirinha, muito pé, muitos cachos e pouca beleza. Todos em uníssono masturbando-se pensando na Índia como o ideal de país ideal, de sociedade justa. Todos sonhando em encher o fiofó de um guru de dinheiro e mofar num ashram fazendo sexo, comendo e perpetuando a inutilidade da existência.
AH ME POUPE! Vá dar aula de inglês ou fazer trabalho voluntário, vá ler o Indi(a)gestão e pegue o primeiro vôo pra Delhi. Depois que você pisar em uns 3 cocôs de mendigo, depois de pegar uma diarréia braba e ver a justa sociedade de castas humilhando os que não são brâmanes... Me diga o que sobra desse pardieiro.
Ok, se você é como eu que curte a Índia porque é um baita programa de cacique, beleza. Mas ficar suspirando por aí achando que esse país é a Meca da espiritualidade, vá ler.
4. Pobre
Oras. Poderia divagar horas sobre o que o populacho faz que me emputece. Mas tudo se resume nesse complexo conjunto da obra: POBRE.
E pára de ser politicamente correto, vá. Vocês sabem bem que eu me refiro a POBRE de espírito, porra. Incluo emergentes e classe-médias breguenight na lista.
5. "Ai linda, quero ser sua amiga porque eu conheci um paquistanês na internet e..."
Ocorre com freqüência no meu Orkut porque desde então eu fazia parte de um seleto grupo de phynnas damas que namoram ou são casadas com paquistaneses. Então o Orkut veio e, junto com ele, um bando de barangas brasileiras encalhadas e um bando de nerds paquistaneses mais feios que o limão azedo chupado pelo cão. Mistura mortal que virou a nova mania no Orkut e me poupe.
Brasileiras e Paquistaneses desesperados: combinação mortal.*
Então meu perfil no Orkut foi engordado terrivelmente com mulheres feias do Vale do Xipimpopó que não querem um caralho de amizade (como alegam), mas arrancar informações das phynnas e encher nosso saco com suas inseguranças. Ah, porra, quando eu conheci meu garbosón estava sozinha e sozinha, sem ninguém pra me falar de Paquistão. Eu e Google, eu e livros, eu e guia de viagens. Logo, eu dou a informação mastigadinha. Mas cobro!
Ok, eu convidei mais do que 5 blogueiros. Porque são blogs que gosto de ler, especialmente pelo humor particular. Convidaria o Creiço e o Charles Edward, mas esses estão sempre ocupados (amo vocês, meninos, saudades)!
P.S.: Pena que o Valmir não tem blog. :'(
P.S. 2: Se, todos os dias, escrevesse 10 coisas que odeio aqui... Extravazaria meu ódio mortal em uns 3 anos e bye bye analista.
***** Obrigada Everyn-thing pela graça alcançada. Essa foto que você enviou é tudibom.