Aconteceu com a prima de um amigo meu de Recife. Lá em Recife mesmo. Ano novo, galera na praia, muita cidra e suor. Enquanto uns oferecem flores, comidas e outra sorte de oferendas pra Iemanjá, outros pulam 7 ondinhas. E há os que entram no mar pra fazer folia. E há os que entram no mar pra... fazer xixi.
Foi o caso de Katia Helena* que, mui apertada, foi ao encontro da Rainha do Mar deixar um xixizim inocente, desses que a gente deixa põe o maio de ladim e shhhhh.
Luzes, folia, Porto de Suape, tubarões cabeças-chatas (juro, é a espécie) que já avançavam pelo recife graças aos vãos construídos para os navios passarem. Alívio instantâneo e... NHAC!
Katia Helena perdeu um dos buns do bumbum. Desnadegada. Pois não soube usar o bom-senso de não mijar perto dos tubarões mais agressivos do mundo. Ou, simplesmente, mijar em Yemanjá. Que cousa feia.
Vocês acham que Yemanjá é coisa de macumbeiro, de pescador ignorante, né? Pois eu acredito. Tanto que a guria nunca mais vai sentar sem tombar prum lado, os riscos de fraturar o cóxis (adoro essa palavra) são bem maiores de que o de uma pessoa normal, bundada, que respeita Yemanjá.
Que isso sirva de lição pra vocês que vão pra praia. Não que eu ache que um tubarão-tigre esteja à espreita na Praia Grande, mas se eles sobrevivem até no Rio Ganges (um piscinão de ramos em forma de rio cujo "plus a mais" são cadáveres e partes de leprosos)...
Feliz Ano Novo! Mijem em casa, não na minha Rainha do Mar.
* Nome fictício para poupar o amigo. E a prima. E o tubarão.
Genteeeee, vou ficar meio away durante o ano novo. Nah, não vou pra Praia Grande me lambuzar de Helioblock. Pela primeira vez, em dois anos, volto a passar o natal em casa. Passei 2004-2005 em Vancouver num cruzeiro super low profile e 2005-2006 num avião ainda mais low-profile da Alitalia - apinhado de putas e travestis brasileiros.
Nada como o good ol' New Year Eve com a familhança em casa comendo kibínio, mijadra, laban, sfiha. Alhamdulillah. Vou me acabar de jogar The Sims (estou fazendo a familhança versão Sims, kkk). Muito ocupada, indeed.
Tuuuuuuuuudo de bom pra vocês. :D Muito xuxexo e xexo!
Não sei o que acontece no shopping Morumbi. Há tempos eu tento estacionar naquela bosta e nunca consigo. Tuuuudo congestionado. Então, como muitos outros paulistanos espertinhos, estaciono no Market Place e vou a pé pro Morumbi.
Fiz isso ontem em companhia da turca mãe. Além de cruzarmos a passarela, entramos no shopping pela C&A. Morri, né.
Também, como boa brasileira libaneusa que não desiste nunca, fui tomar um mocha no Starbucks e enfrentei 20 minutos de fila. Aqui é preciso especificar se o Mocha é quente ou frio, nunca vi isso em Starbucks algum. Mas, enfim, é o calorzinho dos trópicos - e até porque eu sempre fui meio pão dura, trocava a loja toda pomposa pelos Tim Hortons da vida. Hmmm, Tim Hortons.
Pra terminar, que tal enfrentar as Americanas do Market Place? É, o tempo passa e vamos ficando cada vez mais flexíveis com o populacho.
Há um ditado chinês que diz que os "os homens devem ser temidos pela força de suas mãos; as mulheres devem ser temidas pela força de suas palavras". Não é à toa que tenho poucas amigas mulheres. E das poucas que tenho, as melhores são realmente as melhores. Porque todas gozam de bom senso e um fantástico senso de justiça - o que é conseqüência do bom senso.
Todas, mas, mesmo assim, tão poucas.
Tenho paura de mulher e não estou falando isso apenas para atestar publicamente que sou heterossexual convicta e incorruptível. Tenho verdadeiro asco de pessoas invejosas e, oras bolas, que coincidência que 99% dessa inveja seja perpetuada por pessoas de nosso sexo.
Lembro bem de um ex-chefe que dizia que as mulheres não se arrumam para impressionar os homens, mas sim às outras mulheres. Concordo com as palavras daquele canalhão, pois não é meu amado quem repara nas minhas celulites e gordura no bucho. Existe ambiente mais hostil e competitivo do que vestiário de academia?
Hoje me aborreci com uma comunidade no Orkut em que paquistanesas desciam a lenha em meninas brasileiras. Pura inveja, je sais. Mas ainda não alcancei o avançado estado do "foda-se", ainda me emputeço com a mediocridade e maldade humana, especialmente a feminina. Não é à toa que os comentários maldosos vieram de alguns caipirões que nunca viram mulher na vida e, também, de uma guria que, para descrever precisamente, precisaria fazer um cross-over em detalhes de um rinoceronte, do saudoso Sargento Pincel e de uma peruca cheia de pêlos.
Enfim: você acredita que o amor quebra barreiras, agüenta uma barra danada com a maldita distância e, quando finalmente consegue transpô-la, ainda encontra mil coisinhas ruins. Lembro bem dos rinocerontes-fêmea que me xingavam em Urdu no aeroporto de Karachi**, enquanto os policiais me ajudavam com tudo - e ainda teciam elogios nada modestos, modéstia à parte. É a perpétua ação de destruir o belo quando você se sente feio. É a força que desencadeia a fofoca, os mexericos, os comentários anônimos em blog, as ofensas.
Minha avó dizia que são as bonitas que se suicidam. Estou longe de ser Miss Mundo, mas se me enchem tanto o saco, talvez mamãe tenha razão quando diga que tenho um rostinho bonito - o suficiente para provar desse cu de mundo invejoso. E se há outras qualidades, affff, aparecem as recalcadas para tentar vandalizar.
O lado bom eu resumo no velho clichezão do "diga-me com quem andas que te direi quem és". É vero, period! Vejo pela qualidade intelectual e moral das minhas amigas mais próximas - e mesmo as que dividem uma coincidência paquistanesa que conheci na internet. E posso dizer que fecho este ano satisfeita com as minhas amizades.
E sim, é verdade que mulheres podem ser uma cobra. Que bom que as najas com que eu convivo têm o mesmíssimo veneno e vivemos felizes em nossa cumplicidade. E temos todas uma moção de justiça apurada e ótimo senso - diferente de jararacas e outras cobrinhas peçonhentas de poder vulgar.
Obrigada, mãe. Obrigada, minhas amigas. Sem vocês, 2006 seria um furúnculo inflamado no fiofó.
* O ideograma chinês significa figura feminina. Se combinado com o ideograma que simboliza a dona-de-casa, significa mulher; se combinado com o que simboliza delicadeza, significa mãe; se combinado com o que simboliza filho, significa bom.
** Karachi é o gateway do Paquistão, esperei horas naquele inferno de aeroporto para voar até Peshawar. Os rinocerontes-fêmea, no caso, era a barangada que me xingava por lá. Um verdadeiro coletivo de jaburus***. Eu... Mandava todas tomarem no cu. Em Português, óbvio.
*** Um bom coletivo pra jaburus deveria ser REBA. Ou catrefa.
Um dos meus pet peeves é gente ignorante anti-Islam. Se você não gosta da religião, ok, problema seu. Mas não tente me alfabetizar porque garanto que sei mais do que vocês podem imaginar e tenho pena de quem toma o credo pela prática cultural. "Ai mas a religião reprime a mulher " (estude história e volte pra Adão e Eva antes de dizer que a onda começou com Mohammed), "ai a religião é violenta" (a ignorância é mais ainda), "Jihad significa Guerra Santa" (se mate, mas antes veja o que significa, realmente, o termo Jihad).
E tem gente que conclui tudo isso, se acha expert e vai para um país islâmico para falar bosta. Falta de respeito total. Mas no Paquistão, qualquer besteira ofensiva (pleonasmo?) falada por um não-muçulmano é punida por lei como crime de blasfêmia. E, como diz a Constituição Paquistanesa, a pena pode ser até "Pena de Morte e multa". Kkkk, não só o fuzilamento, mas você ainda paga uma multa.
Tem horas que a liberdade de expressão esbarra na falta de respeito, chutando o bom senso pro inferno. Nessas horas, cada um é responsável por seu ato e eu cago de rir ao ver os ocidentais donos da verdade se fodendo gostoso.
Comentários sobre véu, castração feminina e outros absurdos serão deletados. Simplesmente porque a minha paciência JÁ acabou. Porque acho curioso o ocidente falando que o oriente é atrasado, mas vejam só quanta abobrinha.
Tô bege. Vendo Léo Áquila molhadinho de lágrimas na Luciana Gimenez. Podem meter o pau, mas eu acho esse menino uma fofa. Gente que coisinha fofa que ele é sem maquiagem.
Bad bad Kari, não pode ver uma bee que se encanta toda. Afff.
Véspera de natal segue a mesma rotina aqui na casa das Bu. Faxina, arrumação, jogar coisas fora, cozinhar, preparar a ceia, macarronada e "Parente é Serpente".
Estou tentando me livrar de coisas velhas. A cada livro que ameaço jogar fora, o maridón pede. Já tem uma pilha de Harry Potters e Noam Chomsky que ia jogar fora. Afff. Mais espaço, mais pó, mais tralha.
Caros leitores, amigos, inimigos e invejosos de plantão:
Que 2007 seja maravilhoso para todos vocês.
Nem adianta desejar paz, amor, sucesso etc porque as dívidas continuam as mesmas e as pessoas continuam tão más e covardes como sempre. Muita inveja e falta de colhão para se identificar em posts invejosos em blogs - o que será de SLK? Morreu torradinha de inveja ou continua sua existência patética contra outros blogueiros sob alcunha anônima tão nouveau riche?
Mas para as pessoas legais que vão além das palavras como muitos leitores e amigos bacanas: tudo de bom pra vocês, que 2007 seja melhor que 2006 mesmo que este ano já tenha sido jóia e super supimpa - como foi pra mim. Então, my dearest, all the good vibes. :D
Encham o rabo de Panettone e sorvete, afinal... A tortura da dieta continua todo ano, não é mesmo?
Alguém se convence que os mancebos abaixo estão protestando porque realmente se importam? Ou são Roberts que precisam dessa deixa na mídia?
"Os supermodelos Patrick Ribbsaeter e Avi Siwa, nus, em referência ao Éden e a Adão e Eva, pedem o fechamento dos zoológicos em seção de fotos para campanha de grupo que defende os direitos dos animais"
Tá certo que a crise nos aeroportos é uma bosta. Mas pra quê essa brasileirada gosta tanto de piorar a situação? Êitcha bando de gente ignorante:
"Na quinta-feira (21), pessoas revoltadas com a falta de informação e assistência promoveram diversos protestos. Logo no começo da manhã, no Tom Jobim, a PF (Polícia Federal) deteve o médico Roberto Maurício Ferreira Ribeiro, 53, que invadiu o balcão da TAM e disse que só sairia preso. Ele foi levado à delegacia e solto depois de assinar um termo no qual se comprometeu a responder na Justiça sobre o caso.
Em Brasília, um pequeno grupo de passageiros invadiu a pista de pousos e decolagens para protestar, sob forte chuva. Foi retirado minutos depois, também pela PF."
Uma coisa que detesto em épocas natalinas é essa cultura da caixinha. Afff. É muita cara de pau e soa como pedido de esmola. Fico muito puta quando me pedem caixinha na caruda. Não sou rica (e mesmo se fosse, fodam-se) nem Papai Noel. E ninguém me deixa gorjeta aqui na agência.
resoluções de ano novo mais simples do que emagrecer
1. Cuide da sua gastrite, não termine na mesa cirúrgica como eu.
2. Troque os restaurantes por quilo e fast-foods por uma marmitinha sem salitre, carne esturricada e muito coentro. Freqüente o Gopala Prasada e faça seu organismo feliz.
3. Páre de se torturar em botequinho com MPB que toca "Roda Viva". Vá pra Lôca num domingão e arrase. Não faz o Gabeira, cuore.
4. Deixe de ler jornais por um final de semana. Compre um guia de viagem de um destinho idílico e sonhe.
5. Troque sua auto-piedade por atitude. Seja grossa, mas não seja banana.
7. Toda e qualquer masturbação (intelectual, lingüistica etc) que não seja a masturbação literal (aquela...) são prejudiciais à saude. Sua e dos seus amigos, please.
8. Experimente novos sabores. Abandone a cozinha italiana pesada e massuda, explore a cozinha peruana, a equatoriana, a tailandesa, a indiana, a paraense, a paquistanesa, a goiana, a polonesa etc.
9. Entre em uma livraria e faça um upgrade em sua biblioteca quando a conta bancária permitir. Esqueça o ócio ruim e ganhe horas de viagens imaginárias.
10. Páre de reprimir suas vontades infantis. Se quer comprar uma Barbie ou um Cavaleiro do Zodíaco, go ahead. Porque o tempo passa, os peitos caem, o trabalho aumenta... E o que sobra é a boa nostalgia!
Perpetuando a maldição de amigos secretos que se transferiu da minha mãe para moi, eu sempre me fodo com f de furúnculo em todas as brincadeiras do tipo que me envolvo. Quando a pessoa que me tira não SOME e fico sem presente, ganho presentes exdrúxulos como uma AGENDA DO SÃO PAULO (what the fuck) ou um perfume do Boticário (Jesus, me chicoteia).
Só me dei realmente bem em dois amigos secretos. Coincidentemente foi a mesmíssima Adriana quem me tirou na bricadeira. Na primeira vez, ganhei um livro que queria (sem fazer lista, ela simplesmente adivinhou) e dessa vez... Ela simplesmente não apareceu: pegou caxumba.
Não sei se me sortear em um amigo secreto é tanta uruca que a coitada acabou contraíndo caxumba ou se realmente eu nasci para ficar sem presente... Ou com um mico.
Bah. Não dessa vez. A espera valeu a pena: não ganhei apenas um livro, mas toda uma instalação. Pedi o "Carma Cola" e ganhei... Uma Carma Cola! :) Pedi o "China para Hipocondríacos" e ganhei um belo ítem de elevação moral. E a "Curva no Rio" do Naipaul veio com uma divertida máscara de mergulho. Adoro! Tudo isso numa senhora isntalação com cesta, celofane e muito papel picado (alguns com o famoso M daquela instituição, kkkk, adoro).
Enfim, Dri: muuuuuuuuuito obrigada. Queria ter te visto hoje se meu trabalho feio-bobo-com-cara-de-mamão não me tivesse feito pernoitar na agência. :) Amei tudo, tudo, tudo. Vou guardar TUDO com muito carinho. Como ainda tenho aquela caixa com aquela ceroula, o pandeiro e outras coisas que ganhei de você e do Lucas no primeiro colegial.
Já pensou que após as próximas Olimpíadas, em 2009, completamos 10 anos de amizade, de primeiro colegial? Que tal pensarmos numa previdência privada, também?
Tem gente que coloca uns dadões de pelúcia no retrovisor. Uns colocam um terço, sapatinhos de criança ou qualquer acessório que julgue de fina estampa para adornar o retrovisor.
Eu não.
Tenho um Darth Vader no retrovisor, presente de uma amiga. E acho gozado como as pessoas páram para olhar e suas reações. É uma Nossa Senhora escura? Não. É um morcego? Não. É um Darth Vader. Bizarro como as pessoas associam meu badulaque com um ítem de adoração religiosa.
Já que é tão difícil explicar aos populares, consultei mi querido Carlos e concluímos que o que tenho no retrovisor é uma real entidade: é o exu da pitoca vermelha.
Depois do auê da notícia de que os indianos tem pintuchito, recebi esse link (cuidado, tem imagens calientes kkk). Não comento a envergadura, só sei que pau que nasce torto mija fora do penico.
Finalmente assisti "O Albergue". Sem marido (viajando) ou uma boa amiga (mais cagona que eu, desistiu na última vez) ao lado. Assisti sozinha. Se eu gostei?
Quase me caguei toooda, ai meu Deusim pai do céu eu nunca me quase caguei tanto vendo um filme.
Foda-se o leite das quiança, o que mais me preocupa nessa história de casamento é micar a lua de mel. Cut to me: sem grana, no Guarujá, vermelha e assada, comendo frango e estragando a escova com aquele tempo quente e úmido. Regatinha, bermuda e unhas pintadas de esmalte cintilante, arghhhh! Não rola. E não vou passar lua de mel em Buenos Aires com a CVC, nem quero ir pra Gramado (kkkk), nem pra Uruguay que nem classe média que faz a fina. Nananina.
Eu queria ir pro Tahiti, mas o porquinho tá tão magro que, se quiser ir, é melhor arranjar duas pranchas de jacaré e irmos nadando.
A solução é tirar a lua de mel pelas bandas da Ásia onde mora a família do marido. Morro roxa se minha lua de mel for doméstica naquela porra de país. Também surto se for pra Índia ver gentalhança, sujeirança, pobralhança, esgotolhança e ter cagança com aquela pimentalhança.
O que fazer então?
Pensei no Usbequistão. Charmoso, diferente. Mas o marido reclamou das longas distância entre as cidades e já vetou. Maldivas pode até ser já que o vôo desde lá é bem marbarato. Mas Maldivas é clichezão e o marido não mergulha porque tem paura de tubarão (não molha a bunda nem em Santos). Sri lanka virou um pardieiro e não estamos a fim de sermos decapitados. Afeganistão? Afff, já basta a familhança em Kabul e Herat.
Dubai é legal, mas queríamos algo menos urbano. Norte do Paquistão é batuta, vai. Mas o marido tem medo de andar de jeep. O que mais sobra? A China, lógico. Mas ele cisma que eu quero ir pra lá ver o cão fedegoso, então não aprova a idéia. Kkkkkk! Coréia já fica lonjão e Vietnam é muito quente e úmido segundo o mesmo. Tailândia "só tem puta, droga e tsunami" - e lá se vai meu sonho pro ralo. Casaquistão é um cu de tirar visto, Turcomenistão eu nem sei onde é.
Sobrou Bangladesh. Os olhinhos de jabuticaba do turco brilharam. Não fode, né? Alguém me diz o que tem de especial naquela bosta, ex-Paquistão oriental, praticamente um mini me do Paquistão???
Afe Maria. Hoje comecei a levantar os cu$to$ de um casamento: 4 mil de vestido, 20 mil (no mínimo) de buffet, 5 mil de flores e a conta vai longe. Um casamento básico começa em 30 mil e se eu quiser o Agnaldo Rayol cantando no meu big fat Pakistani wedding, ainda tenho que desembolsar 50 mil dinheiros!!! Affff...
Mãe. A senhora aprendeu como se faz o bolo de salsicha da Palmirinha? E já tá na hora de levantarmos a laje, porque essa dinheirama gasta numa festa que fazemos para os outros comerem é insano. Loucura, com essa grana podemos dar uma entrada num apartamento e ainda faz uma puta lua de mel no Tahiti.
Desisto antes de começar. Até porque meus amigos são turcos, judeus e outra sorte de pão-duros. :) Logo, não sei se os presentes valem o custo x benefício.
Meu tempo de terapia serviu-me para chegar a uma conclusão tão brilhante que o próprio burrinho do Shrek uma vez estatou: "pessoas são como cebolas, elas têm camadas". Óbvio, mas levamos tempo para aprender na prática. Até porque acho quele filme um saco.
Logo, perdoem-me meu cinismo e minha expressão blasé quando ignoro pessoas metidas (auto-estima problemática), anônimos que me atacam no blog (inveja, falta de amor-próprio, covardia, síndrome de SLK), megalomiania, pessoas com histórias maravilhosas e os que precisam de atenção.
Depois de muito ser esculachada pela vida, vi que muitos estavam enganados quando menoscabaram meu QI, minha capacidade profissional e, até mesmo, oras bolas, minhas competências amorosas.
Péssimo. Tanta merda pra adubar minha vida, tantos esforços para me colocar pra baixo. Sorry, periferia. Mas 2006 serviu para turbinar ainda mais o meu ego.
Não sei porque, mas me sinto tão feliz ultimamente.
Acordei de mau-humor. Primeiro que não achei minha pantufa na noite anterior. Fui encontrá-la no dia seguinte jogada sobre meus quadrinhos que comprei no Equador. É foda. Depois pobre não entende porque é pobre. Ok, foda-se o discurso politicamente correto... Já repararam como eles amontoam, estragam e socam tudo? Afff fiquei louca quando vi aquilo, mas nem reclamei com a empregada. Deixa pra lá.
Então saí pro trabalho e o fulano da pista esquerda começou a jogar o carro sobre o meu sem dar seta apenas para que eu ficasse pra trás. Ainda me mostrou o dedo após quase raspar aquela lata velha no meu carrinho. Meu Deus, porque as pessoas são tão más?
E quando chego na agência, de todos os trabalhos que pedi para terceiros... Nenhum está pronto. E o que dizemos pro cliente?
Afff, que bosta de dia. Minha síndrome constante de Pollyana está off total. Porra, como as pessoas são burras, más, incompetentes e não zelam por nada.
Vou rezar pra Santa Mylanta do Estômago Enfurecido.
Indianos reclamam que o tamanho normal de um preservativo é muito grande. Então a camisinha fica larga, sai do pitico fácil e rasga. Não tirei a notícia do nada, saiu na Reuters - leia aqui. Para saber mais... Entre aqui.
Adoro almoço turco no domingo porque encho minha marmita de guloseimas na segundona. Marmita, sim. Que isso fique em off. É que não existe comida turca como a genuína comida turca de casa, logo, preenchi minha linda marmita da Hello Kitty com delícias libaneuuusas. Saí cantando e feliz como a chapeuzinho vermelho árabe **.
* Henry = nosso labradoodle que adora kibe
** Chapeuzinho Vermelho Árabe:
Num belo dia de domingo primaveril, a pequena Samira (a chapeuzinho vermelho do Líbano) corre com sua cestinha de guloseimas pelo lindo vale de Kfar Houne para visitar a vovozinha doente:
- Bela strada a fora eu vai tão sozínia levar uns kibínios para a vovozínia, ela mora longe e a camínia é deserta e a loba mau deve estar bor berta...
Então a pequena samira chega até a casa da vovó. Mas a velhinha está um pouco, er, mudadinha:
- Vovó... Trouxe uns kibínios, umas s'fihínias, uns kataif, falefel... Mas vovó, fala bra eu: você está tão diferente... Beludínia...
- São os hormônios, ya rafid!
- Mas vovó... Tá muito beluda!
- Já disse que esses hormônios das remedínias mexem com meu metabolismo, ya netinha.
Ontem me aventurei pelas ruas de São Paulo em busca de pechinchas para poder presentear aqueles que temos que presentear (puta que o pariu, herdei o complexo de papai noel da minha mãe).
Muita gente, poucas vagas de estacionamento. Muita Henê Maru e escovas progressivas, pouco espaço para caminhar. Muita sandalinha rasteirinha e de dedo, pouco espaço. Enfim, saí sem escova (mas, mesmo assim, de cabelo liso, sorry periferia) e me misturei com a ralé - como dizia o titio Salim "se o estupro é inevitável, relaxa e goza ya habibti". Relaxei, mas longe de gozar.
Alguém já entrou na Ri Happy em épocas de Natal? Hahaha, fazer o quê, temos que presentear as "quiança". Foda. Fila pra escolher a Barbie, fila pra escolher os troços das Princesas da Disney, fila pra escolher o carrinho, fila para o vendedor cadastrar as compras, fila para pagar as compras e fila pra pegar o pacote.
Aí você está esperando o pacote e o pessoal encosta. Afffff... Peraí, alguém já notou que pobre adora encostar? Encosta em fila, empurra e faz guaio. Ainda fiquei com duas quiança na minha bunda (e eu sem nenhum peidim prontim). Deuuuusulivre.
A diferença de preço é pouca, a loja é abarrotada e no ano que vem fico na PB Kids de Higienópolis. Ok, loja de brinquedos liqüidada. Semana que vem: tecidos na 25 de março. AAAAAAAAAAAAAAAARGH!!!
Chegou meu cartucho de SNES do SUPER STREET FIGHTER II. Não se surpreendam se eu sumir por alguns tempos. Na verdade ninguém entende como tenho um Playstation 2 e me acabo de jogar é no good ol' Nintendo.
Não imagino o desespero e o ódio da mãe que perdeu a filha, foi estuprada e espancada sob a acusação falsa de ter dado cocaína pra filha. Parece história que termina em roteiro de Kill Bill. Há anos não vejo algo tão bárbaro e um erro tão grotesco da imprensa e dos médicos.
Achei que era piada do Louro José, hoje de manhã. Então vi a notícia no blog da Dri Spaca. Pergunta: quem nunca soltou um peidinho no avião? Quem passa 12 horas de vôo fazendo bico no fiofó? Quem não aproveita o estofadinho da poltrona pra esticar a coluna e afofar o flato contra a espuma?
05/12/2006 - 22h52m
MULHER COM FLATULÊNCIAS OBRIGA AVIÃO A FAZER POUSO FORÇADO
WASHINGTON- Um inoportuno ataque de flatulências e o pudor da passageira que o sofreu obrigaram um avião da American Airlines a efetuar um pouso de emergência no aeroporto de Nashville (Tennessee), informaram meios de comunicação locais.
Vários passageiros da aeronave, que voava de Washington para Dallas (Texas), começaram a sentir cheiro de fósforos queimados. Por causa disso, o alarme do avião tocou e o piloto decidiu pousar em Nashville.
O FBI (polícia federal americana) e a Administração de Segurança dos Transportes foram acionados pelo que se considerava uma situação de emergência.
Os 99 passageiros e os cinco membros da tripulação foram retirados do avião, assim como toda a bagagem, para que fosse feita uma inspeção.
Os cachorros da polícia detectaram os fósforos queimados dentro do aparelho.
O FBI interrogou uma passageira que admitiu ter acendido os fósforos para ocultar o odor de suas flatulências e que disse ter problemas médicos.
O aviao decolou de novo, mas deixou a mulher em terra.
A American Airlines proibiu a passageira de voltar a voar pela companhia aérea "durante muito tempo".
Alguém me explica como uma árvore de natal natural pode custar 200 reais? Vá se foder, ano passado paguei 80 dinheiros já com muito xingamento e ainda ouvi do maridón que ela era torta.
O que muçulmano entende de árvore de natal eu não sei, mas o que a turca entende é que 200 reais por uma árvore é o fim da picada, é o mosquito itself.
Vão se foder, caralho.
P.S.: Compramos uma tiquititinha. E por ser menor, vai ficar mais iluminada com as 200 lâmpadas e enfeites. Yuhuu, coisa de rico.
Cheguei hoje de Botucatu. Na verdade estava em Águas de Santa Bárbara com uma amiga que se formou na UNESP, mas a festa rolou em Botucatu. Desencanei do carro e fui de ônibus pra Botucatu. E antes que você reclame que escrevi Botucatu mais de 3 vezes em poucas linhas, deixe-me reclamar de algo muito pior:
PORQUE POBRE ADOOOORA SAIR NA FRENTE E FAZER FILA PRA TUDO?
Mal o buso estacionou no terminal e o populacho já estava em pé fazendo fila pra desembarcar.
É. Eu tô de mau-humor. Tive um final-de-semana delicioso com a Ju, familiares e seu namorado húngaro. Tudo pr'esses pobres estragarem. Afff...