O milagre de Marlene Mattos

Morri quando o Carlos me mostrou esse vídeo:

É... E pensar que ela virou a rainha dos baixinhos. Hahahaha! Se isso virou aquilo, acho que tenho potencial pra ser a Marianne (a do Fuscofrinho, lembram?). Adoro quando ela diz não se responsabilizar pelos machucados. Clap clap clap!

Agora, cut to me: se eu fosse a Xuxa, como seria um Xou da Turca?



Escrito por Kari às 17h13
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Uma baixaria essa cobertura do acidente da Gol feita pela Band News. Ontem o Cabrini especulou sobre tráfico, hoje disseram que os sobreviventes estavam sendo transferidos para um huspital. Agora, nada se sabe. Tipo... Vão se foder, né?

Esse desespero pra dar um furo na Globo virou circo total. Falta de respeito ímpar. Vão tomar no cu.



Escrito por Kari às 17h06
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Ai caralho!

Soube do acidente da Gol pelo nick de um amigo no MSN. Havia acabado de voltar do aeroporto e conectei para nerdear quando soube que um avião caiu no território brasileiro. Até obter a informação completa quase me enfartei - já que meu turco pegou um vôo justamente hoje a tarde. Mais uma vez, só não defequei porque não tinha "feze" pronta.

Tô passada com o acidente da Gol. Até o momento que escrevo, não se sabe o que aconteceu com o avião. Estou rezando para que ele tenha pousado em um lugar remoto, bem bonitinho e fofo. Brasileiros são muito legais, não merecem acidentes assim. Em especial com a Gol, uma companhia aérea super legal.

O fato já repercutiu na CNN. Espero que os sogros estejam assistindo novelas em Pashto e não coloquem na CNN. Até a sogra entender a diferença entre Gol, Lufthansa, Manaus, São Paulo, Buenos Aires, Rio de Janeiro, um padre e um pneu de caminhão...

E vamos rezar para termos notícias boas. :(



Escrito por Kari às 23h31
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AMO eleições no Brasil porque...

Vejam o que acontece com um governador sem ixpiriênça em segurança!

Hahahahahahahaha, morri. Thanks Dri Spaca por garimpar sites inúteis com conteúdo mais absurdo ainda!



Escrito por Kari às 18h52
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mái fláuers



Escrito por Kari às 18h05
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che-gay!

São Paulo, querido, que saudades. O Rio é joínha, mas que saudade da piaba. Paraty é o paraíso, mas que porra de saudade do meu caos. Afinal, uma paulistana turca e um peshawari não agüentam muita calma, sempre falta um barulho. VOLTAMOS, enfim.

os fantasmas se divertem

Em Paraty, optamos por uma pousada linda que fica lá nas montanhas, em Graúna. Realmente du piru, isoladíssima, deliciosa, pessoal simpatissíssimo e completamente no meio do mato. Uau, que zen e... Não agüentamos um dia a falta de CNN e sinal de celular. Mas lógico que este não foi o motivo da nossa saída antecipada, afinal, ninguém vai pra Paraty pra tagarelar no mobile ou assistir headlines - tô craque em Musharraf affairs, gentê.

O foda eram os terceiros. Sim, porque não estávamos sozinhos lá.

Nunca fui de acreditar nesses papos de gente sensitiva (só da minha amiga Ju, lógico, ela é foda), sempre achei que essas histórias de sentir espírito era coisa de gente carente querendo chamar a atenção. Aha, só até domingo.

Estávamos na salinha do bangalô mexendo nas traquitanas de câmeras e afins quando o Mr. Khan notou que o chaveiro de madeira (pesadíssimo) começou a se mexer com certa intensidade. Uff. Checamos as janelas e portas, não havia corrente de ar. Tinha fechado tudo porque odeio insetos e estava me prevenindo de um eventual susto. Não gosto dessas coisas de bicho do mato porque são feios e esquisitos, se fossem poodles fofinhos voando eu não reclamaria.

O fato é que do nada a temperatura do quarto baixou e me enfiei num suéter. Nisso ouvimos a cadeira sendo arrastada no quarto e checamos: ela estava mais afastada da mesa.

Bem, meu significante é desses sensitivos e começou a ter calafrios. Nunca tive medo dessas coisas (tenho medo é de ET, isso sim) e não dei bola. Até que o lustre começou a fazer movimentos pendulares. Afff. Pathan nunca se apavora na frente da mulher, eu sempre soube. Logo, quando ele começou a ter sensações ruins, percebi que a coisa tava foda e fomos para o quarto.

Era impossível não sentir uma presença e ouvíamos barulhos fora do bangalô. De passos, respiração. Em diferentes cantos do quarto e ante-sala. Comecei a me borrar porque pelo volume, notava-se que não era algo humano.

Ah, comecei a ficar nervosa e queria sair de lá. Mas não queríamos sair correndo no mato escuro à noite cheios de traquitanas por um caminho em que mal enxergávamos os degraus. Como canta Falcão em um de seus sucessos: "o susto que tomei foi grande, foi além da conta e só não defequei porque não tinha feze pronta". Esse pavou durou uns longos 30 minutos, até que sentimos uma calma estranha.

Até aí, minha senhora, eu já tinha rezado pra Deus, Allah, Shiva, Yemanjá, Palas Athenas... Enfim, passei a acreditar nessas coisas.

É...

Nada como uma noite isolada para te colocar em contato com coisas além da compreensão. Pois qualquer um passa a acreditar em boi tatá depois de passar uma noite sozinho no mato.

Nós, humanos, achamos que conhecemos tudo e que nossa racionalidade é superior ao sobrenatural. Pura prepotência. Coisa de macaco sem pelo, de gente ignorante, coisa da raça humana. Afinal, essa carcamana turca se considerava muito sabida e esclarecida...

Hehehehe, isso que é tomar no cu.



Escrito por Kari às 11h20
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pesadelo de libanesa

Estou saindo pro RJ. Antes, queria fazer uma esssscova. Fui em 3 cabeleireiros e nenhum tinha horário. Que bosta. Esqueçam o travel light, já coloquei secador e chapinha na mala. Não que meu cabelo seja ruim (mwahuahuahua), mas la beauté é foda.

pesadelo de libanesa II

Ontem levei um ser estrangeiro ao Hopi Hari porque me disseram que o parque era du Piru. Que vergonha, esse parque é uma merda. Playcenter dá de dez a zero se considerarmos os brinquedos que os adultos podem usar.

Na montanha russa de madeira, meu significante cortou o dedo em um dos trancos. Fiquei toda espremida naquela cadeira com as pernas de girafa espremidas... Enfim, o tamanho do meu fêmur é quase do tamanho do espaço para pernas, imaginem o tom de roxo que está nos meus joelhos.

Sem falar que quase enfartei naquele brinquedo que é um elevador que despenca. E olha que eu era viciada no semelhante do Playcenter. Ah, bons 19 anos.

Quando 30 is just around the corner, hun, o enfarto é quase iminente. Sem falar que é tão desagradável notar que o tamanho da bunda aumentou nos últimos anos pois a cadeirinha já não é mais tão larga.

Péssimo. Acabou com meu final de semana.

pesadelo de libanesa III

Na voglia de almoçar decentemente, comi uma saladinha carésima de 5 reais que consistia numa folha de alface, 1 cm de cenoura ralada, duas fatias de pepino. O que só aumentou minha fome, lógico. Então tive a ideota de comer no Frango Assado da Bandeirantes.

Euuuuuuuh, o frango frito estava dançando no óleo diesel. Resultado: fígado atacado, enjôo e essa dor de cabeça me deixando LOUCA desde ontem. Haja Metiocolin.

Ufa, vou pro Rio, agora. Xau.



Escrito por Kari às 07h28
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Break

Enfim: RIO. Amanhã. Já arrumei a malinha (travel light, nem acredito). Off para uns dias de abstração total, limpeza de caixola, recarregamento de baterias. Obrigada a todos pelas dicas.

Lana, optei pelo Leme! Minha mãe disse que lá é show mesmo e tem gostinho de infância pra ela (santista crescida por lá, já viu o sotaque).

Márcia, obrigada pelas dicas! Vou abusar do táxi porque não quero parar na Cidade de Deus... Sim, eu consigo me perder assim. Na última vez que fui ao Shopping Morumbi aqui em Sampa, peguei ponte errada, desvio errado e parei na estrada do M'Boi Mirim (meu Deusu).

Terça estou de volta e conto tudinho. :) Cariocas, se preparem pro meu sotaque paulistano carregadíssimo!

Obrigada e ótimo final de semana a todos. Porque eu vou pra cidade mais bonita do país, uhuu.



Escrito por Kari às 23h39
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Urca

Alguém conhece um hotelzinho na Urca? Tipo assim bem próximo a Praia Vermelha? Não quero badalação de Ipanema, Leblon, Leme ou Copacabana. Quero o sossego da Urca. Algo cozy mas legal. Nada de hostel.

Alguém conhece? Só para estacionar, esticar as canelas e curtir o Rio no meu lugar favorito da cidade.

Mercado de Peixe

Disseram que o Mercado de Peixes da Barra é ótimo para comer peixe fresco e frutos do mar. Alguém confirma? Quero me jogar nos frutos do mar...

Taxi

Alguém sabe uma média de preços de uma corrida de uns 10 minutos? Vou com o Kari-móvel reloaded, mas não quero abusar da sorte dirigindo por lá. Sim, bêibes, eu sobrevivi ao Passo Khyber em Peshawar, mas não sou louca de abusar da sorte. Melhor um taleban na Van do que dois traficantes espiando.

Bondinho ou Cristo?

O que vale mais a pena? O Cristo ou o bondinho? Atrações turísticas emagrecem o orçamento, logo... Ou um, ou outro.



Escrito por Kari às 15h57
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Nada me tira mais do sério do que cu doce. Má vontade e ego descomunal num mix insuportável. Quer fazer cu doce? Então se foda e não reclame depois que não convidei.



Escrito por Kari às 18h16
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Os ETs que nos abduzem

Recebi o texto da Rachel, uma amiga linda e querida que é casada com um ET do mesmo planeta do meu ET, lá nos cafundós do sistema solar - entre ETs de burka e kalashnikovs a tiracolo. O texto foi escrito por Ricardo Kelmer e achei engraçadinho, embora eu não tenha a tal ginga do rebolado de palmeira e nada moreno nesse meu bronzeado de palmito.

Bom domingo!

Estão abduzindo nossas mulheres!
Ricardo Kelmer 2006 - www.ricardokelmer.net

Beleza? Sensualidade? O jeitinho de andar? Não sei exatamente o que a mulher brasileira tem mas o fato é que algo deve ter. Senão não tinha tanto ET cobiçando. Você já reparou, meu amigo, que os ETs estão levando nossas mulheres? É um escândalo! Abdução em massa de brasileiras! E bem debaixo do nosso nariz. Alguém precisa fazer algo, daqui a pouco só vai ter homem aqui.

Rumino sobre isso desde que parei pra fazer as contas e descobri, alarmado, que quinze amigas minhas já estavam vivendo com ETs. Quinze! É mais que um time inteiro! Elas levavam suas vidas normais e tinham profissões comuns quando um dia... foram abduzidas. Num momento estavam ali, ao nosso lado, e no instante seguinte, puff, lá se iam na nave, pra sempre, viver em Modena, Boston, Munique...

Ah, não é nada agradável ver nossas meninas, tão lindas, tão poéticas, cultivadas com tanto carinho na estufa aconchegante da amizade tropical, de repente trocarem tudo pelo frio e por um branquelo gosmento que nem de futebol gosta. Que injustiça! Elas são alimentadas desde pequeninas com uma cultura alegre e morena, onde elas aprendem a ondular o corpo no ritmo natural das palmeiras ao vento, sabem deixar aquele cabelinho mimoso sobrando na nuca, têm aquele jeitinho brejeiro de chupar picolé de cajá enquanto falam no orelhão... e aí desce uma nave, sai lá de dentro uma criatura desengonçada com umas roupas estranhas e leva as meninas embora? Não, isso não tá certo. Tudo bem que fulana sempre teve fama de Maria Passaporte, só namorava ET. Mas a maioria não é assim.

Só pra piorar, um dia me perguntei: quantos amigos homens foram abduzidos por ETéias? Por mais que procurasse, só encontrei um. Apenas um. Tá desproporcional. Quinze pra um? O que isso pode significar? Que as ETéias nada vêem de interessante em nós homens brasileiros? Buáááá!!!

Imagino que sempre houve uniões entre pessoas de mundos diferentes, desde que, milhões de anos atrás, a bisavó da Chita viu aquele pitecanthropus pintosus da outra tribo se aproximando pra perguntar se ela tinha fogo. Mas a internet, a rapidez dos transportes e o aumento do turismo aproximaram mais as culturas e, com isso, as uniões interculturais aumentaram. Principalmente envolvendo as nossas chitas.

Lana, Fabiana, Isabella, Silvana, Michele, Andrea, Cris, Aninha... As abduções prosseguem, cada vez mais, mostrando que as brasileiras são altamente valorizadas no mercado abdutório. Antigamente os ETs diziam: Leve-me ao seu líder. Eles eram meio gays. Hoje eles endureceram a munheca e elas é que são levadas.

Estive pensando... Cá pra nós, meu camarada, será que não estamos dando conta do recado? Será que a exuberância da fauna local é tanta que nossos olhos já não a percebem como os de fora que aqui chegam? Será que estamos sendo desatenciosos com nossas orquídeas?

Infelizmente a situação tá crítica. Devemos reunir o alto comando e discutir o tema, urgente. Que tal sábado? Ah, é, não vai dar, tem a pelada. Hummm... Essas peladas, por exemplo. Todo sábado tem, são cinquenta e duas peladas por ano. Que tal abdicarmos de uma pelada por um jantar romântico? Não, pra nós dois não, imbecil. Um jantar romântico com nossas mulheres. Vamos tentar, não custa nada. Uma é muito? Heim? Meia pelada? Ah, entendi, a gente joga o primeiro tempo e sai no intervalo, claro, pelada é sagrado.

Rudes... Será que somos brucutus demais? Mas rudeza é biológico, faz parte da natureza do macho. Menos dos ETs, claro, eles têm outra biologia. Então derrotemo-los biologicamente! Hoje à noite você vai chegar batendo o pé na porta, pega ela pelos cabelos e leva pra um jantar romântico. Aí, depois do jantar, após o nheco-nheco, naquele doce momento do depois, você libera o cavalheiro que existe em você e diz assim: amor, perdi a pelada mas ganhei a pelada... Ahahah! Hummm, esquece, essa foi péssima. Mas o importante é a bola dentro. Hummm, piorou.

Ah, quer saber? Deixa pra lá. Elas gostam de ETs? Então fiquem com eles. Nós ficaremos com as ETéias. Vamos atraí-las pro nosso país. Com subsídios e isenções de impostos. Isso mesmo! Vamos ensiná-las a ser como as brasileiras. Elas aprenderão a chupar picolé de cajá daquele jeitinho mimoso. Aprenderão a tirar piolho da nossa cabeça vendo a novela das seis. Elas saberão chegar na praia naquele misto de poética alegria meio blasé, seu andar deixando um rastro de bossa nova no ar, e depois estenderão jeitosamente a canga na areia e sorrirão pro mar e depois ajustarão o biquininho, mesmo o biquininho já estando no ponto, é só charme mesmo, e depois, e depois... Hummm, pensando bem... Esquece. Suspende os subsídios. Estamos fudidos.

Só nos resta partir pra ignorância: vamos junto com nossas meninas! Isso mesmo. A gente se esconde na bagagem. Lá a gente faz faxina, lava prato pro ET, dá-se um jeito. Longe delas é que não dá pra ficar...

Ricardo Kelmer é escritor, letrista e roteirista e mora no Rio de Janeiro, Terra, 3a. pedra do Sol

NO ORKUT
Esta crônica originou um tópico de discussão na comunidade Casado(a) com estrangeiro
www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=86788&tid=2487665353720991773&start=1



Escrito por Kari às 11h45
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sobrancelha

Paguei 60 dinheiros para fazer design de sobrancelha num badalado designer de sobrancelhas dos Jardins onde os globais remodelam seus olhares. Topei porque queria dar uma levantada no olhar e não consigo igualar quando faço sozinha (sim, eu sei depilar sobrancelha e sou maquiladora por hobby, vocês não sabiam?). Chego lá e a senhora começa a desenhar uma grossa taturana perguntando se gostei.

MEDO.

Gente, ela nem se deu o trabalho de ler o que marquei: depilação de sobrancelhas. Ela já estava pronta para tatuar (isso, babies, tatuar) uma sobrancelha HORRENDA no meu rosto.

Expliquei, então, que queria afiná-las.

Então ouvi a ladainha de sempre, que minhas sobrancelhas são bonitas grossas, que combinaria mais com meu rosto... Bullshit, bullshit, bullshit. A velha bosta do profissional que faz o que ele gosta no cliente ao invés de satisfazê-lo.

Deixei que ela arrancasse alguns fios. Afinou. Ficou uma linha reta sem expressão.

- Tá bem natural... - disse ela.

Naturalmente uma bosta, pensei.

Não apenas ela afinou de forma bizarra como mal limpou os pelos que sobravam ao redor. Resultado: 60 dinheiros no lixo e noites com minha pinca Soligen de ponta fina tentando corrigir a cagada.

Logo, pessoas, pensem bem antes de desembolsar uma grana. Caí no conto da Daslu e me fodi. Ninguém é melhor que a bichinha da esquina que faz o desenho mais lindo por 5 reais.

Sim, Ceps, é AQUELE lugar que tanto conversamos.



Escrito por Kari às 19h44
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Rio de Janeiro

Lá vou eu. Tenho medo. Alguém por favor me recomende um restaurante bom e barato?

Si, perché a paulistana aqui é super picky. Não suporto a idéia de pizzarias que permitem que os clientes salpiquem quétichupe na pizza. Sou bairrista e tenho sotaque, embora não seja de cruzar a selvagem fronteira que divide a Zona Oeste da Leste, em São Paulo.

Higienopolistas são Higienopolistas, afinal, oras pois.

E também vou engrossar com o primeiro carioca que rir do meu "Ipanêeema" ou "congestionameeento". Pontapés garantidos ou seu bairrismo carioca estraçalhado de volta.

Tá entendendo, bello?

No mais, não vejo a hora de chegar na cidade grande mais bonita do Brasil. :)



Escrito por Kari às 11h14
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dez coisas que eu amo em Santos e comarcas adjacentes

1. Camarões à Paulista. No Restaurante Almeida no final da Avenida Ana Costa.

2. A melhor companhia: uma amiga melhor e o outro significante.

3. Sorvete na Royal, na Avenida do Canal 1. Milho Verde + Doce de Leite.

4. Molhar os pezinhos na praia de Itararé em São Vicente. A única coisa ruim é arrepender-se de não ter um maiô sob a roupa.

5. Chill Out no barzinho ao lado do mirante na Ilha Porchat. Suco de maracujá, no calorão, é uma delícia.

6. Orquidário. Impossível não apaixonar-se. Os veadinhos já tem chifrinhos, tri fofos...

7. Dirigir na zona do porto. Navios, marinheiros importados, conteiners com ideogramas chineses (ou grandes porta-muambas). Programa de cacique, mas que é du piru. Como diria a ufanista Celena: "vá, navio, leve nossa soja".

8. Break para um café na Bolsa do Café lá no centrão.

9. O ventinho do mar, o mercado de peixes e a balsa pro Guarujá.

10. Anchieta. Pode ser lotada de caminhões, mas é linda.

O mais legal: ser turista no próprio país.



Escrito por Kari às 10h55
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pacotinho de coisas ruins

Tem segunda-feira que é de matar. A minha foi assim, várias coisinhas de aborrecimento médio que, no total, estressam deveras. Aí percebo que minhas férias estão vencidas e resolvo tirar uns dias de folga. E não estou falando do trabalho, falo do geral. Das pessoas, da empresa, das cobranças e, principalmente, da incompetência alheia.

Ah, incompetência. Como tem gente burra no mundo. É isso que cansa, que desanima, que nos tira o tesão de fazer um trabalho decente. Porque vem um débil mental preguiçoso e fode tudo. ARGH.

Sério. Vá tudo tomar no cu porque eu vou viajar amanhã!



Escrito por Kari às 18h37
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Coronel Ubiratan R.I.P.

Porra, agora eu tô sem candidato estadual. Morreu de morte matada. Mas ainda tenho cartões de aniversário, Feliz Natal e Feliz Páscoa. Blog de luto e foda-se quem quiser meter o pau nele. Se quiser defender bandido e descer a lenha no tio, vá procurar blog de petista e não encham meu saco.



Escrito por Kari às 11h20
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Receitinha Peshawari

Essa eu aprendi no almoço e tava daqui ó (segurando a pontinha da orelha): pegue alguns pedaços de peito de frango, coloque numa frigideira e cozinhe até ficar douradinho, douradinho. Só então acrescente alguns tomates picados, green chillies fatiados (uns 2 ou 3), gengibre em pedacinhos e sal. Misture até a massaroca virar um molho. Hmmm. Coma com arroz ou pão sírio.

Receitinha do Paquistão, mas na verdade é du Peru.



Escrito por Kari às 19h23
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Para os que se foderam no feriadão.

Tá gripado? Não conseguiu hotel em outra cidade e ficou coçando em casa? Seus pobremas se acabaram-se: San San voltou a postar no Indiagestão. Uhuuuu! De longe é um dos blogs mais divertidos e informativos que já li. Mal vejo a hora de encontrar San San pra lá de Lahore.



Escrito por Kari às 19h18
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Passagem para NY = aspirador de pó, vale R$ 100 no Submarino, Banco Imobiliário e 2 pães de mel

É isso aí. Perdi a passagem pra NY, me fodi e com as milhas dessa bosta de Panamericano... É só isso que posso trocar. O gozado é que o equivalente a uma passagem para NY pela TAM daria, em pães de mel, nem 20!

Não entendeu chongas? Leia o post "caralhos de gelo voadores que me fodam", mas abaixo.



Escrito por Kari às 20h39
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em homenagem a um amigo querido - autor dessa iguaria:

Caro você-sabe-quem, estava rindo a valer hoje de manhã com isso e tinha que postar. :) O clichê diz que recordar é viver, entonces...

Aliás, turco, tu já viu isso? Nerds são doentes, be afraid:



Escrito por Kari às 08h59
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Eleições 2006

Adoro, adoro, adoro horário político. Saudades da antiga propaganda do PSOL com barulho de início de Windows e candidatos esdrúxulos. No mais, já fiz minha cola de candidatos e nem fodendo eu voto 13. Também não queria votar 45, mas com o risco de colocar o fio-da-cachaça de novo no poder... Digitaria 45 várias vezes. :(

Aliás, no site do TSE você clica no nome do candidato e pode ver sua declaração de bens. Que tal?

Terminei minha cola e, que bosta, tem um 13. Na verdade 131 porque gosto pra caralho do Suplicy. Nem parece petista. O resto são candidatos de direita, mesmo, e não vale a pena dizer quais. Pois no Brasil, para aparentar ser geninho, você precisa vomitar Marx e ser vermelho.

Bem, eu disse APARENTAR. ;)

E como prega o esteriótipo: sou de direita, sou má, sou reacionária, conservadora e peut être da Opus Dei!



Escrito por Kari às 20h22
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