oh l'amour...
Diálogo que ouvi, hoje, no restaurante:
Ela: Hm, preciso de um emprego que me permita algumas farrinhas com meu cartão de crédito.
Ele: Quando eu ficar rico, eu pago a fatura do seu cartão.
Como diria Wanderley Cardoso, "doce doce amor".
Escrito por Kari às 22h57
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Orkuticídio
Sim, cometi Orkuticídio. Fofoqueiros, humpf!
Escrito por Kari às 19h53
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Aos iranianos... Feliz Now Rooz!

* ano novo iraniano!
** special wishes to Nima Ghaemian!
Escrito por Kari às 17h13
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Neusa, fala pra mim... Parapumbá pumbê pumbá...

Rana Koleilat: "se joga, pintosa, põe rosa!".
Desculpem-me pela paródia da música "Preta" de Beto Barbosa. É que estou pulando como o Rei David vendo a história de minha conterrânea se desenrolar na mais italiana das cidades brasileiras, minha caríssima São Paulo. É aqui que temos uma testemunha chave que, se colocar a boca no trombone, criará um belo caju de pilha para o governo Sírio. Não que eu esteja dizendo que o governo Sírio... Caham, caham. Lalalalá.
Aaaaaaaaaaaah! Libanesa!
Rana era uma menina pobre que, ao conseguir uma vaga no Banco Al-Madina, deu duro pra subir na vida. Deu o melhor de si (mas deu taaaanto) que conquistou o coração do presidente do banco, o Sr. Adnan Abou Ayash. Muito phyna, cursou economia na Inglaterra às custas do ricão e ainda se casou secretamente com o moço. Ah, o amor é lindo. As viagens de jatinho particular pra Paris, mais ainda. Afinal, é tudo comprar uma simples mostarda na Fauchon! Muito digna!
A ascenção meteórica culminou num altíssimo cargo de comando de operações financeiras de alto risco no Al-Madina. O desfalque made in Neusa de 1,6 bilhão de dólares corroborou para a quebra do banco. Foi presa e solta em março de 2005. Então conseguiu um passaporte falso e, depois de rodar o mundo, acabou em São Paulo. Não que ela admire a beleza da capital paulista, nem as belas praias do litoral do estado. Tampouco veio me visitar ou trazer quibinhos pro titio Maluf. O fato é que o acordo de extradição com o Líbano ainda não foi ratificado pelo Congresso Nacional.
Simples assim.
É sabido que os suspeitos de assassinarem Rafif Hariri receberam centenas de milhares de dólares do dinheiro desviado por Rana. E um deles era o General Ghazali, chefe da polícia Síria no Líbano. O outro era irmão do presidente sírio. Oras, pipocas, que coincidência.
Todo mundo sabe que o povo libanês (bem, pelo menos os cristãos, posso dizer) considera a presença militar síria em seu território uma verdadeira peitica.
A moça deverá ficar mais alguns meses no Brasil e corre o risco de ser "morrida" ao voltar para a terrinha. Parece coisa boba de jornalista libanesa, mas que vontade de colocar a mãozinha no peito e ver parte da história do Líbano se desenrolar por aqui, wee hee. O Hezbollah, então, deverá passar por emoções bombásticas!
E como uma libanesa muito bicha, tô amando o glitter todo: estamos na mídia paquistanesa! Velhos os tempos em que a maior notícia libanesa em South American Way era a Shakira!
Escrito por Kari às 16h09
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quer link?

Caros leitores, visitantes, invejosos, viajantes e paquistaneses. Fase de update em links. Tirar blogs que não existem mais na lista, adicionar carne fresca. Se você quiser ser linkado no Libanesa, deixe seu nome e url. Mas se seu blog for uma merda, não linko mesmo, hehehe.
E como diria o saudoso Apu Nahasapeemapetilon: "Please, come again!".
Escrito por Kari às 21h22
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Até tu, turco?

se o passaporte fosse italiano, pelo menos...
Não, meu nome não é Rana Abdel Rahim Klailat. Na verdade, o meu é um pouco mais longo. Mas todo mundo já fez a piadinha mais manjada de todos os tempos depois de "é pavê ou pá cumê?"... Sobre a libanesa presa em São Paulo acusada de terrorismo contra o falecido Hariri, o povo encheu a boca para arriscar o chiste fraquíssimo de encher roteiro da Praça é Nossa: "Era você?".
A notícia rodou o mundo. Soube que o sogrão riu a valer fazendo a mesma piada lá pelos lados de Gengis Khan e mandou a infame pilhéria via filhão (meu taliban). Nunca pude encher tanto a boca para dizer "olha quem fala!". Dilíça.
Tá certo que o fato repercutiu porque minha conterrânea foi acusada de ter participado do assassinato do ex-primeiro ministro libanês. Mas imagino o povão lendo a notícia lá no Paquistão perguntando onde diabos fica São Paulo, se perto de Lisboa, Milão ou se entre Canadá e Estados Unidos.
É, nem no futebol o Brasil entrou no agenda setting dos neusos. Eles preferem taco, digo, cricket. Que é, na verdade, uma versão mais pomposa de taco, vão dizer? E eu quase morri vendo o Imran Khan em seu território pátrio.
Hmmm, Imran Khan.
Escrito por Kari às 18h33
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casamia

Lucca. Onde tudo começou! Mais fotos no /truskawka. Bom final de semana! ;)
Escrito por Kari às 18h21
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In this world of cool deception Just your smile can smooth my ride These troubled days of cruel rejection, hmm You come to me, soothe my troubled mind
O fato é que, por mais que eu me emputeça completamente com meu ex fedegoso, problemas no trabalho, stress, trânsito e esse calor infernal... Ele sempre está aqui para fazer com que tudo isso desapareça. Dez minutos de conversa foram melhores do que terapia, chocolate e champagne.
Dilíça. Agora, recalcadas, podem me xingar e morrer de inveja. Os comentários estão disponíveis.
Escrito por Kari às 00h16
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toda mãe tem razão quando comentam os trastes que namoramos...
Quando estava namorando aquele franco-canadense narigudo e feio, minha sapientíssima mamã disse "Kaká, cuidado, homem muito feio e sem auto-estima só serve pra te colocar pra baixo, isso não vai dar certo". Eu, lógico, bobinha e cega de amores não acreditei. Primeiro porque o achava lindo, depois porque, oras bolas, estávamos tão apaixonados que nada poderia dar errado.
Deu errado. Fiquei com uma pssagem pra Shanghai na mão, um visto de entrada na China e o coração despedaçado. Ele havia terminado comigo na véspera do natal por e-mail. Cachorro, canalha, cão fedegoso. Quase morri. Mesmo uma viagem pra Nova York com minha mamã no natal para o mais feminino e capitalista dos objetivos (compras!) não me curou muito. Durou meses esse coração partido. Bem, nem tanto porque no Canadá eu conheci o Richard e... Bem, essa parte fica oculta, afinal, temos que dar uma certa dramaticidade ao relato.
Enfim, vida nova. Bofes novos, muitos namorinhos e descubro que aquele escroque do meu ex está morando com uma amiga que conheceu no Paquistão, uma de nacionalidade idêntica a de Muriel e do Outback. Presentes caros. Ok, ele também me deu presentes caros. Mas... Ele me trocou por uma baranga de marca maior, cabelo ruim, sardas e sem peitos. Aliás, ele sempre a descreveu como "a que tem mordidas de mosquito ao invés desses peitões aí que nem o seu". Como assim? Peraí. Morri!
Respiro. Chamei meu sócio e mostrei uma foto dela. Ele disse "Jesus Cristo!". Ok. Suficiente. Auto-estima lá em cima de novo. De salto alto, cabelo liso e bolsinha Valentino. Como já cansei de dizer para a Noêmia, my very best friend, é o fenômeno Yoko Ono. Você pode ser linda e maravilhosa e ainda ter o tapete puxado. Ou ser feia e esgalambita e roubar o namorado de uma gostosona da vida.
Mas o orgulho ferido dói. Ela está lá, dividindo a cama naquele apartamento em Shanghai. Um lugar que era meu e foi roubado. Pensei milhares de vezes onde eu errei, o que está errado em mim. Inspirar, expirar...
O melhor remédio? Um homem bonito pra gente. Trazendo chá na cama de manhã com beijinhos e abraços. Um homem realmente bonito, a primeira pessoa que minha mãe disse "finalmente, Karina, um bonito de verdade". Lindo por dentro, lindo por fora. Mentalizo. Penso nele, penso nele, penso nele. A raiva passa. Uma cena piegas se instala no meu pensamento e só lembro dele, dele, dele. Daquelas noites, daquele céu, daqueles beijos, daquelas risadas. Aaaaah, so sweet.
Minha mãe tem razão. Quem tem auto-estima sabe amar e fazer o bem aos outros. Porque se você se acha um lixo, é bem capaz que desconte sua frustração em terceiros (exemplo bem visto aqui nos meus comentários, aliás). Eu sei bem o que passei quando estive com ele e não foi nem um pouco legal.
Penso no meu novo queridinho, penso como estou feliz, linda, bem resolvida, alto-astral, bem paga e viajada. Hm, realmente, estou melhor.
Mas, puta que o pariu, foi dar uma moto pra ela? Morra, franco, morra!!!!!
Escrito por Kari às 19h05
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way to Peshawar... in a nutshell

Já comecei a postar fotos da viagem no Fotolog. ;) Da Itália ao Paquistão com uma Paris no caminho.
Escrito por Kari às 23h19
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Como uma Neusa...

Obrigada, Gleyson, por existir. E por publicar pérolas como este teste da Talentos Brilhantes! Essa Neusa é tuuuuudo de bom, adoro, adoro, adoro!!!
Escrito por Kari às 20h04
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