ah, new yorkers

Os novaiorquinos são simpatissíssimos. Talvez seja o espírito natalino, talvez seja mais uma quebra de preconceitos.O fato é que desde que cheguei aqui já estava preparada para grosserias e esnobadas. Um equívoco. Aqui, todos vão dizer Merry Christmas, Happy Hollidays e, até mesmo, Happy Day after Christmas Day. E sempre. Eu disse sempre. Sempre sorrirão quando você os encontrar no elevador.

Menos os indianos, é claro. Eles vão conferir sua nota de vinte dólares, não responderão uma pergunta sem esboçar total entojo e não te ajudarão. Em nada.

chineses

Estão em todos os lugares. Falando alto naquele idioma do diabo que, por uma falta de vaga no curso de cerâmica, decidi estudar. Eles cospem nas ruas, são pequenos e numerosos. Se tiver 1,77m como eu ou mais, cuidado para não tropeçar num deles. Se isso ocorrer e ouvir um xingamento naquela língua nada simpática, mande bala: encha a boca e responda "pan dang" (pronuncia-se "pantan"). É um genérico pro nosso "idiota fiadaputa". Além de fulos, claro, ficarão intrigados para saber se você entendeu o que eles disseram.

Mas a chinesa que limpa nosso quarto é uma gracinha. Dava pulinhos de alegria quando falei um pouco de chinês, uma fofura. Sempre digo que para cada 10 chineses escrotos, um sempre irá te surpreender com uma gentileza e ternura jamais vistas. Foi assim que me apaixonei pela China. Pena que os expats que vão para lá acabem se misturando com as pessoas erradas e virando bichos. Uma pena.

o mais merry dos christmas

Então passei o melhor natal da minha vida longe dos problemas familiares, sentimentais, burocráticos, trabalhistas e culinários. No Rockefeller Center com a minha mãe. Após a melhor ceia de natal numa osteria italiana de altíssima qualidade na esquinha da W 38th com a 9 Avenue. Sem brincadeira, mas foi o melhor zitti que experimentei. Refinadíssimo. Italianíssimos. Tudo regado a Moscato Frizzante - o que nos garantiu uma alegria extra.

Sem parentes, sem intrigas, sem fofocas, sem aborrecimentos, sem peru de natal e arroz com passas e salada de macarrão, sem trocas de presentes ruins entre pessoas nada queridas como a tia fulana e o tio cicrano - aqueles que pediram os dólares da minha avó debruçados no caixão (pena que ela tenha percebido a canalhice de vocês antes de falecer). Tudo novo. Uma nova vida. Mais prazeres. Mais respeito. Mais amor verdadeiro. E pessoas que realmente valem a pena.

espírito natalino...

Ok, o natal acabou. Mas a minha pieguice de "vamos dar a mão e celebrar o nascimento de Cristo", não. Simplestente porque ela nunca começou: Jesus Cristo não nasceu no dia 25 de dezembro e, apesar de ser católica apostólica romana, repudio a santíssima trindade por crer apenas em Deus e apenas nele da melhor forma muçulmana possível. Mas, ok, o assunto aqui não é religião. O assunto são compras. Sim, que horror, que capitalismo selvagem, vou arder no inferno depois dessas.

Nada como as tais sales e clearances (aquele limpa de estoque) pós dia 25. Comprei meias de grife na Macy's por 3 dólares. Antes, custavam 15. E mesmo em liquidação, meu orçamento não se apaixona pelo sobretudo Ann Taylor que custava 700 dólares. E, agora, só 280. Multiplique por 3. Uh, loucura. Sorte dos que recebem o salário em dólar. Ah, sortudos. Aquele sobretudo Ann Taylor era lindo.

supermercados

Adoro visitar supermercados quando estou no exterior. Dos paupérrimos mercadinhos búlgaros aos deliciosos mercadinhos cheios de coisinhas lindas na Inglaterra. Lá você aprende um pouquinho sobre o modo de vida dos habitantes do lugar.

Na Romênia, por exemplo, você vê que o poder aquisitivo do pessoal é super baixo e que todos os produtos são os mais básicos possíveis. Aqui nos Estados Unidos a história é outra. Há um mundo de variedades em biscoitos e remédios e leites e águas e refrigerantes e snacks e maquiagem e produtos de limpeza e soluções para o lar para pessoas preguiçosas. É um paraíso. Dá vontade de encher o carrinho e mostrar pros amigos do terceiro mundo como são legais as novidades.

Confesso que me sinto jeca num lugar desses. Comprei um removedor de maquiagem da Ponds que é maravilhoso. Me senti como um índio que trocava pedras preciosas por caco de espelho. Triste, isso.

souvenires

Sorry. Mas terei que ser econômica nas lembrancinhas para os amigos. Vou comprar alguns no supermercado, hehe, simplesmente porque são demais as coisas do primeiro mundo. Mas não se surpreendam se ganharem shampoo do hotel ou manta roubada do avião. Aqui é tudo muito caro. Ok, me odeiem. :)

as barganhas...

Para concluir este post totalmente fútil e preconceituoso, anuncio duas barbadas que me deixam orgulhosa: um duo de sombras da L'Oreal que custa 50 dólares no Brasil. Aqui, paguei 5 dólares. E um livro absolutamente lindo do Tibet, enorme, cheio de fotos, capa dura, desses de colocar na mesa da sala por 24 dólares. Peguei na sale do Metropolitan Museum of Art. Custaria, no Brasil, uns 200 reais, por baixo.

 e pra fechar...

Eu. Agarrando o Elton John, aquele fofo.



Escrito por Kari às 00h12
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preparar, apontar... here we go

E fui. De Air Canada, deixando no Brasil e no Canadá e em Shanghai todos os meus problemas e dores de cabeça para trás. Bye bye Brazil, bye bye China - até nunca, espero, terra de Mao.

odisséia

Dez horas e meia de viagem em uma poltrona desconfortável da classe econômica. A pior comida de avião que já provei (aquele tempero picante que os canadenses adoram, argh). Dores no corpo inteiro. Uma hora e meia de espera dentro da aeronave porque a porta congelou. Par de pés doloridíssimos em um saltinho.

Um oficial indiano que trabalha na imigração canadense implica comigo e com a minha mãe. Quase o mando pra puta que o pariu quando, preocupada com o horário do vôo para Nova York, olhei para o relógio e fui questionada se tinha problemas com a polícia. Contei até dez. Depois de muita conversa o pulha me deu uma autorização para permanecer em solo canadense até o dia 23 de janeiro, apenas, sendo que meu curso termina no dia 28. Belo projeto de rola-bosta. Cafona, stronzo, faccia de merda - entre outros adjetivos pejorativos. Minutos depois pegamos nossas malas - as últimas na esteira.

Frio de cortar os ossos em Toronto. Conexão via ônibus para o terminal de embarque para os Estados Unidos. Fila quilométrica para check-in. Outra fila quilométrica na imigração estadunidense (feita ainda no Canadá). Uma funcionária canadense que não mantém relações sexuais há cinco decênios berra histericamente para que os passageiros do vôo 708 da Air Canada mudem de fila. Lá vamos nós com dores no corpo, pés inchados e nossa bagagem ainda não despachadas.

Um funcionário do governo americanos nos recebe. Penso "agora fodeu" quando, finalmente, nos apresentamos ao americano de uniforme e muitos distintivos. Bah. Simpatissísssimo. Um negão de olhos azuis bonito a valer. Ainda elogiou minha minha carinha bonita, massageou meu ego ferido e me autorizou a entrar nos Estados Unidos. Feliz, feliz.

Passei minha mala verde no raio x. Ok. Não implicaram com o panettone. Mas a indiana (tinha que ser, sorry, mas esse povinho é dose) implicou com o conteúdo da mala da minha mãe. Tivemos que abrir e mostrar o "objeto suspeito" para um outro oficial americano. Lindo e simpático. Ficou super constrangido ao ter que mexer nas coisas da Buairide-1, uma candura. A baranguinha disse que carregávamos algo "muito estranho" que ela não conseguiu identificar e "poderia ser muito perigoso". Vaca. Ele riu quando, ao ver o conteúdo da mala, deu de cara com a Revo Styler (aquela escova de cabelo que gira vendida na televisão) da minha mamma. Muito perigoso, não? Claro, poderia ser um sabre de luz. Afinal, nunca se sabe quando um jedi pode embarcar num vôo para Nova York.

Hora de passar a bagagem de mão na revista. Laptop, casacos, um indiano sikh passando aquele troço para detectar metais no meu corpo - até perto das minhas "partes", uma vergonha. Um terceiro oficial estadunidense cantou enquanto me despia do sobretudo e do terninho. Parece que os gringos daqui adoraram a libanesa. Passei. Despachei a mala. Caminhei milhas até chegar ao portão de embarque.

O vôo atrasou uma hora e quinze minutos. Embarcamos. Eu e minha mãe sentamos em poltronas separadas. Ao meu lado, um chinês e um franco-canadense. Eu mereço! O nascido em terra de Mao vestia uma camiseta amarela. Parecia uma icterícia em forma de guri. Ele arrotou, cutucou o nariz, pigarreou, fez e aconteceu durante o vôo e eu quase morri de nojo. Quarenta minutos depois aterrisamos no aeroporto de La Guardia. Pegamos um coach até nosso hotel e, claro, uma chinesa histérica sentou-se atrás de mim e começou a tagarelar em pequinês a mais de 200 decibéis.

Estamos hospedadas no Best Western Hotel, aqui no Chelsea. Pertinho da Macy's (uhu), do Empire State Building, da Avenida das Américas e da Quinta. Queria chorar quando, de noite, vi a oficina mecânica que fica aqui em frente tocando sucessos chicanos naquele clima totalmente "el Barrio". Mas tô feliz. Tô em Nova York.

continua... mas não hoje, vou cair dura na cama após pintar e bordar na Times Square... AAAAH!!

FOTOS NOVAS!!! No fotoblog da UOL e no Moblog. Também vou postar umas fotos minhas com os "artistas" ou "gente importante" que tirei aqui em NY com aquela ajudinha básica da tal da Madame Tussaud. Pra começar, uma imagem pra provar que já cheguei chegando:

Eu e o ex-prefeito de Nova York, Rudolph Giuliani. Ciao, paesano!



Escrito por Kari às 01h00
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o último post em São Paulo

Em Nova Iorque, 11 graus. A previsão para sexta é tempo parcialmente nublado. Mínima de -2 e máxima de 3 graus celsius. O domingo será ensolarado e a temperatura cairá para -5 graus. Mala quase arrumada, presentes devidamente mal embalados (não tenho talento para embrulhos), últimos abraços nos amigos. Uma pizza, um encontro casual, uma corrida ao Citibank para buscar travelers e mais uma odisséia no consulado estadunidense. Dessa vez para retirar o visto. Meu computador morreu mais uma vez. Posto do computador da minha mãe e preparo meu laptop. Hora de desligar o computador. Hora de partir. Amanhã. Como diriam os libaneses: jalla, jalla!



Escrito por Kari às 16h55
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lalalalalá lalá la la!!!

Depois de muito nervoso, espera, burocracia e aborrecimentos: CONSEGUI O VISTO PROS ESTADOS UNIDOS. É, babies, nada como uma carinha bonita, um decotão, um salto, carinha de burra e um gringo loiro pra entrevistar (lindo, aliás). Não pediu nem os documentos! Uhuuu, é nóis. Rockefeller Center, aguarde o meu panettone!!!



Escrito por Kari às 11h49
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cosmopolitan

Jantei com meu amigo mezzo italiano num restaurante indiano. Sim, meu amigo LM que namora minha queridíssima líbano-lombarda Anna Carolina. Porque a Nonoushka não foi. Comi algumas coisas deliciosamente estranhas do jeito estranho que é a deliciosa culinária indiana (ah, Anna, sem você essas experiências não tem graça).

No restaurante havia um grupo de pessoas indianas com sári, terceiros olhos e outras indumentárias características. Lembrei do meu franco canadense e criamos uma musiquinha politicamente incorreta de cunho político um tanto bélico que poderia causar um certo constrangimento no recinto se cantada a plenos pulmões:

(leia no ritmo de "é pique, é pique, é pique, é pique é pique, é rola, ops, é hora, é hora, é hora, é hora, é hora, rá tim buuum!")

É CAXEMIRA, É CAXEMIRA, É CAXEMIRA, É CAXEMIRA!

É CHINA, É CHINA, É CHINA, É CHINA, É CHINA!

PA-QUIS-TÃO! BUUUUUUUM!

Diga aí: não nasci mesmo pra ser diplomata???

Pra fechar a noite seguimos pro Ali Babar pra encontrar o libanês de verdadinha e sua irmã mui simpática. Música árabe, dança do ventre, arguilé e a companhia dos meus amigos que adoro antes de viajar. Poderia ser melhor?

Sim, deveríamos ter escrito uma musiquinha pro Yasser Arafat em ritmo de Macarena, mãs... Esqueci que sou árabe e estou do lado deles. Ser politicamente incorreta dá nisso!



Escrito por Kari às 12h04
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pobre deveria ter legenda

O telefone toca aqui em casa:

- Alô.

- Queria falar com a Dotôra Ana.

- Ahn?

- Queria falar coma Dotôra Ana.

Paro. Penso. Respondo:

- Você está enganada. Aqui não é consultório médico, não. É residência.

- Não tem nenhuma Dotôra Ana Maria "Buride"?

"Além de burra é analfabeta... Buride é a vó" - penso

- Aaaaah, minha mãe. Tem sim, mas ela não é doutora. Não é médica e nem terminou o doutorado, ainda.

* silêncio *

- Eu tô ligando pra mode de entregá a bateria do celular...

...

Essa mania de pobre de chamar os outros de "doutor" me irrita. Assim como termos eruditos tais como "ganhar neném" (imagino uma mulher em sua casa recebendo um pacote do correio com um bebê dentro) e derivados.

P.S.: pobre, aqui, não se resume a condição financeira. Mas de pobreza de espírito, mesmo. Tem muito rico por aí que, no fundo, é pobre. E vice-versa.



Escrito por Kari às 15h12
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pequena história do AH!

Não. O nome do meu blog não é "Ah! Libanezza" porque eu me ache muito gostosa (embora isso tenha um quê de verdade). O título veio de uma canção napolitana conhecida como "Lazzarella" - nome da minha cantina favorita do Bexiga e de uma de minhas músicas favoritas. E no refrão há um "Ah! Lazzarellaaaa ventata è primavera". Pois bem. O Libanezza com dois zês no lugar de um ésse só veio da minha mistura toscana (sim, sou da parte mais bonita da Itália, ora pois). Não, não sou analfabeta nem idiota, ao contrário do que alguns mongolóides pensaram ao dizer "olha, libanesa não se escreve assim". È, cosa fare?

Deixo aqui um pedacinho da letra original, em italiano. Sim, o blog Lazzarella que estava nos meus links era meu. Tentei escrever em italiano. Ha-ha. Se nem o blog em inglês eu tive a decência de continuar...

Ah, Lazzarella!
ventata 'e primmavera...
Quanno passe tutt''e mmatine,
giá te spiecchie dint''e vvetrine,
sulo nu cumplimento te fa avvampá...
Ma Lazzarella comme si',
tu nun mme pienze proprio a me,
e ride pe' mm''o ffá capí
ca perdo 'o tiempo appriess'a te!

Dica: a melhor versão de Lazzarella é a do Renato Carosone!



Escrito por Kari às 09h40
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lalalalalalá lala la lá

Sempre achei natal um saco. Ô festa pagã, Jesus Cristo nem nasceu no dia 25 (só o pai da Tati, o Sr. Napoli, uma das pessoas que estão no Top 10 da Kari), reunião de família é um saco em especial a minha - que era uma grande coleção de velhas italianas neuróticas que, graças a Deus, não tenho mais contato. Uhuu!!

Então, a partir desse ano, resolvi ser um ser humano bondoso e bacana e agradecer ao Deus católico, judeu e islâmico pela graça concedida de ter mandado minha parentada pra... Ok, sem especificações chulas. ;) Passaria o natal em NY, mas isso vai depender do consulado estadunidense. Enfim, o ser mais mal-humorado em épocas natalinas (eu, páreo duro pro meu namorado), agora, comemora a graça e a bonança que o ano novo trará. Para isso:

 Depois de muita resistência, decidi que preciso doar meus brinquedos e bichinhos de pelúcia. Diz o Pippo que sou um mulherão e minha coleção de nheco-nhecos é vexaminosa. Namorado mau. Mas ele tem razão. As criancinhas do orfanato serão mais felizes do que eu com aquele monte de tralha esquecida na parte superior do armário. E minha rinite agradece.

 Tem coisa mais deliciosa do que escrever e receber cartões de natal? Sejam virtuais ou reais? Saltitava de emoção, ontem, quando recebi o lindo cartão da minha amiga Carmen, lá do Japão. Saudades, moça!

 Uma viagem para a América do Norte me afasta da tentação do Panettone. Assim como Cristo foi tentado no deserto, o Chocottone Bauducco vem todos os anos até a minha cozinha pra me tentar. Sim, depois dessa comparação, minha suíte no inferno já tem até frigobar.

 Nesse ano só me enfiei em dois amigos secretos. Odeio amigos secretos porque sempre compro algo legal e ganho uma caixa de bombons Garoto. Mas esses dois são bacanas! Já que ambos serão feitos entre meus melhores amigos. Aí, claro, se ganhar algo tosco terei a total liberdade de dar um piti.

 Não vou montar árvore de natal. Porque espirro com o pó e, depois, é um saco desmontar. Preferiria montar um presépio, mas não sei onde estão as peças da minha avó. Sonhei que substituí partes do presépio por bonequinhos dos Cavaleiros do Zodíaco. O que não é uma boa idéia.

 Crise de religiões: ocorre todos os anos. Fico puta com o Natal e digo que vou virar muçulmana. Já tentei, juro. Mas quando passo em frente de Igreja tenho o hábito de fazer sinal da cruz. Sou muito confusa pra me converter. Culpa do hábito.

layout mudado

Página da Canadian Airlines é a da sua avó. Nada como uma mudancinha bá-si-ca. Ainda estou no calor senegalês do terceiro mundo. Mas preciso deixar tudo pronto para viajar. Então, desde já, agüentem o logo nheco-nheco e canadense. Dia 29 "é nóis" em Vancouver, Toronto, Montréal e Ottawa. Boteu uma "arvrinha" de natal, também. Vocês contemplam a minha do blog que eu contemplo da do Rockefeller Center em NY, tá?

Tóóóóóóóóóóóóóóóóó, parentes.

 



Escrito por Kari às 11h18
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O mundo não me entende porque não é nérde o bastante!

Nick de Libanesa no MSN: Kari continua achando que a culpa é dos energéticos.

Fulano: "Também acho que misturar energético com bebida dá merda"

Fulana: "Peloamordedeus, o que é culpa dos energéticos?"

Gente... Ninguém assiste Chaves? TUDO É CULPA DOS ENERGÉTICOS!!!  Ai, ai, só você me entende, Bolaños.



Escrito por Kari às 11h03
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"Reason is powerless in the expression of Love. Love alone is capable of revealing the truth of Love and being a Lover. The way of our prophets is the way of Truth. If you want to live, die in Love; die in Love if you want to remain alive."

"A Razão é inútil na expressão do Amor. O Amor é capaz de revelar a verdade do Amor e de ser um Amante. O caminho de nossos profetas é o caminho para a verdade. Se você quer viver, morra Amando; morra Amando se quiser permanecer vivo."

Rumi

(Kari, apaixonada pelo Sufismo e tão feliz por ter conversado com ele via Super 15)



Escrito por Kari às 10h27
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momento Patire da noite

"Até eu tenho mais bunda que a coreana [Yung]."



Escrito por Kari às 22h56
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pausa para organização pessoal, emocional e "viagenzal"

Vouchers, passagem, seguro, contatos, visto estadunidense, presentes pro namorado e pros amigos que estão do lado de lá, arrumação de mala, quarto e escritório. Uma última ida ao médico, um check-up geral dos órgãos mais problemáticos, listinha de encomendas dos queridos que ficam, endereços pra cartão postal, contagem e recontagem de dinheiro, barganha de passagem aqui e acolá. Um rolo só. A Anna sabe.

Ou seja: o blog não será atualizado tão cedo. Tenho alguns links pra adicionar. Uma mudança no layout. Uma adição de novas estripulias minhas na internet:

Fotoblog - meu fotoblog na UOL. Estou colocando as fotos do Rio Grande do Sul antes de embarcar pro hemisfério norte.

Moblog - Postando via e-mail ou celular. Nérde.

Evelyn, Marília, Noêmia, Maitê, Tati, Petria, Anna... Obrigada pelas palavras. Vocês são especiais demais.



Escrito por Kari às 10h38
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enfim, o fim

Não, eu não vou me formar. Vou "grampear" grau porque deixo um rabo na Cásper Líbero, um karma chamado TCC que preciso terminar no ano que vem. Então você sai com seus amigos para comer uma pizza e é esnobada a noite toda. Entendi que não deveria estar ali, mas não precisava ser cortada e ignorada. E, em outro gesto nem um pouco educado, convencida de que realmente não deveria estar ali.

Sempre soube que nunca estive entre as preferidas, que meu texto não é genial e que meu TCC é medíocre. Ok. Passou. Mas a mágoa fica aqui dentro, remoendo, roendo, doendo. Enfim, passou. Sim, já disse que passou. É, não consigo me convencer.

Amanhã vou aproveitar um dos últimos, senão O último momento ao lado dos meus colegas de classe. Os tais alunos do JOC, tão vilipendiados pelas outras classes. Meu ano foi amargo. Mas sinto em alguns amigos e momentos um gostinho doce de "ufa, acabou". Uma ponta de orgulho de ter arrematado o último trabalho destes quatro anos. E um alívio de "ainda bem que estarei bem longe daqui".

Lutei como pude, perdi algumas batalhas, venci muitas. Vou pro hemisfério de lá. Meditar e me fortalecer. Afinal, você só encontra a paz quando se está preparado para uma nova guerra. Sim, os chineses sabem tudo.



Escrito por Kari às 22h51
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Independente. Pero no mucho.

Se tem uma coisa de casalzinho que odeio fazer sozinha, essa coisa se chama "compras pra churrasco". Sou absolutamente sem noção pra isso. Não sei que tipo de carne preciso comprar, que tipo de lingüiça é a melhor (obrigada pela dica, Damasceno, comprei um saco de Aurora). E quando fui pegar o pacote um casal de bichinhas comentou "nossa, que grande, parecem consolos!! Uhuhuhuhu". Nossa. Que vergonha que fiquei porque estava justamente com um saco enorme cheio daquelas lingüiçonas. Um horror.

Faço compras lá no Supermercado Master, no Shopping Frei Caneca - mais conhecido como Gay Caneca. O supermercado é gaúcho mas isso não tem nada a ver com o público do local. Lá eu compro mate, schmier, nata, cuca e outros ítens gauchescos.

Alguém se lembrou da saladinha?

Bem. Hora de comprar cerveja. Sem o Phil ao lado pra dar pitaco "nah, essa não, nah essa não, nah essa tem gosto de mijo, nah essa não", bah, dá um vazio. Quase liguei pra ele pra perguntar a quantidade. Mas nessas voglias de ser uma mulher independente que mata barata, abre tampa de pote de azeitona e troca lâmpada, comprei tudo sozinha e resisti a tentação de perguntar pra outro homem no local. Não sei se os guris vão implicar, amanhã. Comprei um pacote com nove Bohemias. Pra quem vai beber leite durante o churrasco inteiro...

Ah! Sim, é o meu churrasco de formatura. Finalmente, né?



Escrito por Kari às 21h48
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Quanto vale sua consciência?

Quem já andou no Buairide móvel conhece a gambiarra que faço para fazer meu toca-fitas funcionar. Um lápis, uma lixa de unha ou qualquer coisa que sirva de calço para a pequena alavanca do que sobrou do meu aparelho.

Em idos de março, quando saía do hospital do câncer, fui assaltada por um menino de rua armado. E, desde então, é a tal gambiarra que garante minha distração no trânsito paulistano.

Hoje, finalmente, fui até a Santa Ifigênia para comprar a frente do meu toca-fitas. Então voce se enfia naqueles mini-shoppings e encontra, via boca-a-boca, o modelo escolhido. E, por algumas dezenas de reais, você recupera o que foi perdido.

Poderia ter saído de lá menos pobre se assim o fizesse. Mas, graças a Deus, tenho um dispositivo no cérebro conhecido como "consciência" e me senti extremamente desconfortável ao seguir as pistas para comprar algo roubado.

Algo apertava meu peito. Aquilo não era o meu mundo. Se fui assaltada nada justifica uma nova colaboração ao crime. Enfim. Entrei em uma loja e comprei um modelo bem barato, bem feito, bem apagado. Mas funciona. Sim, custou bem mais caro do que a frente que o traficante poderia me oferecer. Mas sei que hoje dormirei com a consciência tranqüila de não patrocinar um novo assalto.



Escrito por Kari às 15h02
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snob

post não recomendado para pessoas politicamente corretas

Somos dois esnobes mal-humorados por excelência às 10 horas da manhã. Gostamos de vinhos bons, somos metidos a conhecedores da alta gastronomia, achamos válido gastar dinheiro com boas roupas e podemos ser insuportavelmente bestas e blazés. Assistimos aqueles filmes iranianos inacabáveis e ainda somos capazes de tecer algum comentário não-imbecil após horas de DVDs cults. Discutimos existencialismo enquanto fazemos trilha. Quase quebramos a sala de café do hotel sueco em que ficamos ao discutir a parcialidade e competência jornalística de Robert Fisk. Fazemos piadas politicamente incorretas e carregadas de conteúdo político sem que ninguém ache graça. Só nós. Essa é a nossa cumplicidade. É se dar o prazer de degustar um Chateauneuf du Pape por puro capricho em uma sexta-feira chuvosa. É ter a aprovação da pessoa que você ama para gastar parte do salário em uma peça de lingerie apenas porque aquilo massageia seu ego. É ter o prazer de ver o seu querido se divertindo como uma criança com um novo brinquedinho eletrônico. É ter um acesso de loucura para maltratar sua conta bancária em um bom restaurante. Ou comprar um bom espumante em uma ida ao supermercado apenas pelo prazer da degustação seguida de uma leve embriaguez.

É entender que "esnobe" não é um termo pejorativo - mas a qualidade de dominar a arte do bem viver. E o melhor usufruto do pecado.



Escrito por Kari às 23h22
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os poodles do patrão

Um amigo do apresentador até brincou com ele. Disse a Silvio Santos para deixar de levar cachorros para sua casa, no Morumbi. Ele tem um canil lotado de poodles. Recentemente, o apresentador chegou a colocar o adestrador da cachorrada como repórter do "Jornal do SBT".

Diante ao fato, devo:

a) Pedir um emprego pro patrão - não treino poodles mas fiz Cásper Líbero;

b) Doar a Tati pro Seu Sílvio;

c) Questionar o jornalismo do SBT. Afinal, não dá pra acreditar na previsão de tempo do Feliz e nem nos leads do adestrador de poodle;

d) Colocar uma blusa decotada e levar meu currículo lá na Anhanguera com o Harry a tiracolo;

e) Todas as anteriores - e piriri e pororó.



Escrito por Kari às 16h45
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eu teeeeeeeeeeenho, vocês não têêêm...

Agora eu tenho um MOBLOG. Pra postar diretinho do celular. Não que eu vá postar imagens merecedoras de Pullitzer com uma certa constância. Até porque meu celular é um Nokia de tela verde sem animações da idade da pedra lascada. Mãs... Ontem minha mãe comprou um Motorola chique no úrtimo.

Agora só falta saber como essa &*%$# funciona. Cinco a zero pro celular...

U2

Tô ouvindo uma música nova do grupo. Acho que na Sony. Impressionante... Os caras são ótimos mas as músicas são idênticas. "Sou mais o Maiden", disse meu ogro fazendo chacota do meu passado.



Escrito por Kari às 09h58
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Avaiana de pau na Dona Jura

Estava no consultório esperando a minha consulta vendo TV quando vi quem era a convidada do dia daquele programa tosco da Angélica (aquela polaca feia e chata que "deusulivre" cum sutaqui di Riiio) lá na Rede Grobo. ARGH! Se tem uma pessoa que odeio muito, essa pessoa é a Solange Couto. A eterna Dona Jura, suburbana horrorosa que repetia aquele bordão popularesco "NÉ BRINQUEDO NÃO". Tinha que ser da novela "O Clone". Urgh. Odeio muito. Pobre Solange Couto, tá bonitona e recauchutada cheia das "prástica" e das lipos. Mas continua com aquele sotaque carioca suburbano e aquela risada de quitutera de favela. ARGH. Tive um acesso neurótico, surtei e quase caí do sofá.

Pra quem não conhece "Avaiana de Pau"... Cliquem e conheçam a melhor solução educativa para crianças.

http://planeta.terra.com.br/informatica/pirra/100/avaiana.htm

Que Piaget porra nenhuma!

Mas du piru mesmo é o Valdemar, pai da minha amiga Bia: odeia tanto o sotaque carioca du subuuurbio que proibiu que coloquem na Globo lá na casa dele. Hahaha, genial!!! Meu ídolo!!!

Cá entre nós...

Apanhar de havaiana é coisa de pobre, hein? Principalmente os que levam palmadas com a sandália molhada. Mas não vou citar nomes. Só achei o método genial. Pobres dos meus Bubu-Róis. Se bem que, do jeito que sou besta, vão apanhar é de sapatinho Gucci. Mas molhado, hahaha!!!

"Ensina as quiança, bate nas quiança, as quiança aprende na marra... oh avaiana de pau..."

bella figlia dell'amore

CONSEGUI!!! CONSEGUI!!! CONSEGUI!!! CONSEGUI, UHUUU, É NÓIS NA FITA E NA ÓPERA DE MONTRÉAL (tinha que ser): finalmente, baixei um mp3 com a minha segunda música favorita da Rigoletto - Bella Figlia dell'Amore. Na voz de Pavarotti e Enrico Caruso também. Yay, yay, yay!!! Alguém conhece um bom lyrics depot de óperas? Achei o mp3 mas não consegui a letra...



Escrito por Kari às 14h30
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Juste news

Obrigada, Marília. Chorei de rir. Sensacional!!!

Terrorismo no Brasil - Al Qaeda queria explodir Cristo Redentor

Ruy Paneiro

Documentos mantidos em sigilo pela Polícia Federal revelam que a Al Qaeda, organização terrorista de Osama Bin Laden, ordenou a execução de atentado no Brasil. O alvo da ação seria a estátua do Cristo Redentor, localizada no alto do morro do Corcovado e um dos símbolos mais conhecidos do Rio de Janeiro, tanto no Brasil quanto no exterior.

De acordo com informações obtidas hoje em Brasília, a ordem de Bin Laden decorreu do ódio que o saudita nutre por festas monumentais, como o carnaval carioca, para ele "um símbolo da globalização da alegria". Demolidor de ídolos e iconoclasta como os talibãs que explodiram estátuas de Buda no Afeganistão, ele destacou dois mujahedins para seqüestro e uso de avião que seria lançado contra a estátua, a seu ver "símbolo dos infiéis cristãos".

Hora a hora, a frustração. Os registros da Polícia Federal dão conta de que os dois terroristas chegaram ao Aeroporto Internacional Tom Jobim em 22 de setembro, domingo, às 21h47m, no vôo da Air France procedente do Canadá, com escala em Miami. A missão começou a sofrer embaraços já no desembarque, quando a bagagem dos muçulmanos foi extraviada.

Após quase seis horas de peregrinação por diversos guichês e dificuldade de comunicação em virtude do Inglês fortemente marcado por sotaque árabe, os dois saem do aeroporto, aconselhados por funcionários da Infraero a voltar no dia seguinte, com intérprete.

A Polícia Federal investiga a possibilidade de eles terem apanhado um táxi pirata na saída do aeroporto, pois o motorista percebeu que eram estrangeiros e rodou uma hora e meia dando voltas com eles pela cidade, até abandoná-los em lugar ermo da Baixada Fluminense. No trajeto, ele parou o carro e três cúmplices os assaltaram e espancaram. Eles conseguiram ficar com alguns dólares que tinham escondido em cintos próprios para transportar dinheiro e pegaram carona num caminhão que entregava gás.

Na segunda-feira, às 7h33m, graças ao treinamento de guerrilha que receberam nas cavernas do Afeganistão e nos campos minados da Somália, os dois terroristas conseguem chegar a um hotel de Copacabana. Alugam um carro na Hertz e voltam ao aeroporto, determinados a seqüestrar logo um avião e jogá-lo bem no meio dos braços abertos do Cristo Redentor. Enfrentam um congestionamento monstro por causa de uma manifestação de estudantes e professores em greve e ficam três horas parados na Avenida Brasil, altura de Manguinhos, onde seus relógios são roubados em um arrastão.

Às 12h30m, resolvem ir para o Centro da cidade e procuram uma casa de câmbio para trocar o pouco que sobrou de dólares. Recebem notas de R$ 100 falsas, dessas que são feitas grosseiramente a partir de notas de R$ 1. Por fim, às 15h45m chegam ao Tom Jobim para seqüestrar um avião. Os pilotos da VARIG estão em greve por mais salário e menos horas de trabalho. Os controladores de vôo também pararam (querem equiparação com os pilotos). O único avião na pista é da VASP, mas está sem combustível. Aeroviários e passageiros estão acantonados na sala de espera e nos corredores do aeroporto, tocando pagode e gritando slogans contra o governo.

O Batalhão de Choque da PM chega batendo em todos, inclusive nos terroristas. Os árabes são conduzidos à delegacia da Polícia Federal no Aeroporto, acusados de tráfico de drogas, em face de flagrante forjado pelos policiais, que "plantaram" papelotes de cocaína nos bolsos dos dois. Às 18 horas, aproveitando o resgate de presos feito por um esquadrão de bandidos do Comando Vermelho, eles conseguem fugir da delegacia em meio à confusão e ao tiroteio.

Às 19h05m, os muçulmanos, ainda ensangüentados, se dirigem ao balcão da VASP para comprar as passagens. Mas o funcionário que lhes vende os bilhetes omite a informação de que os vôos da companhia estão suspensos por tempo indeterminado. Eles, então, discutem entre si: começam a ficar em dúvida se destruir o Rio de Janeiro, no fim das contas, é um ato terrorista ou uma obra de caridade.

Às 23h30m, sujos, doloridos e mortos de fome, decidem comer alguma coisa no restaurante do aeroporto. Pedem sanduíches de churrasco com queijo e limonadas. Só na terça-feira, às 4h35m, conseguem se recuperar da intoxicação alimentar de proporções eqüinas, decorrente da ingestão de carne estragada usada nos sanduíches. Eles foram levados para o Hospital Miguel Couto, depois de terem esperado três horas para que o socorro chegasse e percorresse diversos hospitais da rede pública até encontrar vaga. No HMC, foram atendidos por uma enfermeira feia e mal-humorada. Eles teriam de esperar dois dias para serem examinados, se não fosse pelo cólera causado pela limonada feita com água contaminada por coliforme fecal. Debilitados, só terão alta hospitalar no domingo.

Domingo, 18h20h: os homens de Bin Laden saem do hospital e chegam perto do estádio do Maracanã. O Vasco acabara de perder para o Bangu, por 6x0. A torcida cruzmaltina confunde os terroristas com integrantes da galera adversária e lhes dá uma surra sem precedentes. O chefe da torcida é um tal de "Pé de Mesa", que abusa sexualmente deles.

Às 19h45m, finalmente, são deixados em paz, com dores terríveis pelo corpo, em especial na área proctológica. Ao verem uma barraca de venda de bebida nas proximidades, decidem se embriagar uma vez na vida (mesmo que seja pecado!). Tomam cachaça adulterada com metanol e precisam voltar ao Miguel Couto. Os médicos também diagnosticam gonorréia (Pé de Mesa não perdoa!).

Segunda-feira, 23h42m: os dois terroristas fogem do Rio escondidos na traseira de um caminhão de eletrodomésticos, assaltado horas depois na Serra das Araras. Desnorteados, famintos, sem poder andar e sentar, eles são levados pela van de uma Ong ligada a direitos humanos para São Paulo. Viajam deitados de lado. Na capital, perambulam o dia todo à cata de comida e por volta das 20 horas acabam adormecendo debaixo da marquise de uma loja na Rua Aurora, Centro. A Polícia Federal não revelou o hospital onde os dois foram internados em estado grave, depois de espancados quase até a morte por um grupo de mata-mendigos.



Escrito por Kari às 14h29
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