continue a decupar, continue a decupar, continue a decupar...

Estou aqui dando uma de Dory. Decupando uma entrevista que fiz no sábado na WAMY para meu ticicí (TCC in english). Ouço uma frase, pauso, vou pra outra e... esqueço. Bah. Preciso de um copããão de café (daqueles grandes como os dos mé do presidente), bom-humor e otimismo.

Dia 7 de junho, além de ser meu aniversário, é a data do juízo final no Reino de Cásper Líbero: 50.000 caracteres at least. Ou os quatro cavaleiros do apocalipse experimental cortarão minha cabeça, sumirão com as minhas meias e ainda trocarão todos os meus CDs por sucessos da música sertaneja e da boemia carioca.

Ó, SÃO GOOGLE, POR FAVOR, ILUMINE MEU CAMINHO!!!



Escrito por Kari às 17h30
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alguém pior do que eu

Kant, filósofo e professor, não conseguiu concluir uma aula porque um dos seus alunos vestia um casaco no qual estava faltando um botão.

Finalmente descobri alguém mais neurótico do que eu.



Escrito por Kari às 09h10
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Karina e eles

Lembro muito bem da primeira vez que assisti Cavaleiros do Zodíaco. Estava em casa com uma amiga (ex-amiga, diga-se de passagem) e zapeávamos a TV. Parei na Manchete, aleatoriamente. Vi um desenho japonês como há tempos não via na televisão depois de "Honey Honey" e uma versão nipônica de Peter Pan. Estava nos idos de 1994 e tinha 12 anos. Foi amor a primeira vista. O episódio não poderia ser melhor: Seiya x Misty. Comecei a acompanhar a série desde a batalha dos cavaleiros de prata. E comecei, também, a odiar o Seiya. Acompanhei diariamente todos os episódios e reprises. Assistia de manhã no programa da Duda Little e também a tarde, no programa da "Pati Beijo" - além do reprise compilado no final de semana, claro.

Misty de Lagardo, o Paul Stanley / Lawrence Llewelyn-Bowen / Sidney Magal da série.

Merchandise

Na época, não tinha salário - apenas mesada. Tinha que economizar nas fitas virgens (que na época eram um pouco mais caras do que atualmente) e ainda guardar um dinheirinho para comprar as minhas queridas revistas Herói. Dá para imaginar que, gravando em EP, alguns episódios ficaram verdes. Outro dia assisti a sensacional luta entre Ikki de Fênix (que, por acaso estava azul) e Shaka de Virgem ainda na antiga dublagem. Senti um arrepio, aquilo era parte de um dos melhores anos da minha vida, que foi 1994 (ano em que entrei no Mackenzie, onde conheci dois dos meus melhores amigos: Rebeca e seu irmão Lucas). A série marcou a minha vida de tal forma que toda vez que sinto o aroma do Tendre Poison do Dior (meu perfume favorito, aliás), a primeira coisa que me vem a cabeça é este ano além do Misty, um cavaleiro de prata.

Ikki de Fênix, pra que toda essa fama de bad boy se o teu irmão é o Shun?

Claro que um fenômeno desses jamais deixaria de ser explorado por fabricantes de brinquedos ou qualquer outro tipo de tralha comprável e colecionável que enlouquece qualquer pai ou mãe. Bonequinhos da Bandai (tenho até hoje os bonecos de 1994, guardadinhos na caixa), balas Zung, revistinhas Herói e Herói do Futuro, joguinhos, máscaras e qualquer outra sorte de cacareco. Lembro que pedi o cavaleiro de áries (o famigerado Mu) para a minha mãe. Compramos nas Lojas Americanas e o brinquedinho veio com o detalhe do capacete da armadura defeituoso. Troquei por outro cavaleiro e passei os próximos dez anos me arrependendo amargamente de minha troca.

Mu e seu pupilo pentelhíssimo, o Kiki. Mas o meu Mu tem o chifrinho torto, lero lero.

Hoje

Não deixei de gostar de Cavaleiros do Zodíaco em nenhum dia desses dez anos. Há quase dois anos, descobri as maravilhas do Mercado Livre e decidi curar meu trauma: encomendei o bonequinho de áries. Ouvi minha mãe chiar "bah, quantos anos você tem mesmo???", meu namorado riu, minha melhor amiga... Nô, sabe que eu não lembro da sua reação? Só sei que até hoje eu a perturbo porque ela faz aniversário no mesmo dia que o Mu. :)

Quando o pacote chegou em casa (veio lá do RS, terra de meu pai), fui busca-lo na portaria do meu prédio ainda usando pijamas. Pode soar tosco, mas senti uma emoção fortíssima ao rever aquela caixa, aquele boneco feio pra diabo que mais parece um troço do que um cavaleiro do zodíaco, o manual de instruções... e o detalhe defeituoso no capacete!! Que, aliás, não trocaria por um normalzinho nem amarrada.

Shion e Mu de Áries. Meus favoritos... ah que novidade!

Agora participo de fóruns, escrevo em um blog coletivo e feminino sobre o supracitado assunto, escrevo fics com meninas muito queridas que conheci através da internet, conquistei novas amizades valiosíssimas, gasto meu rico dinheirinho com CDs, DVDs, jogos e mais bonequinhos e, principalmente, tenho certeza que o senhor Masami Kurumada engordou a conta bancária com auxílio da dona Kari.

Gashapon (boneco não-articulado) do Saga de Gêmeos. É muito mais bonitinho... mas muito mais caro :|

Botei meu namorado para procurar "coisinhas do Mu" lá em Shanghai (ele disse que não achou, hm, sei), voltei a perturbar minha mãe com minhas "paradas estratégicas na programação da TV" para assistir a série... enfim... acho que recuperei uma parte da minha infância que, definitivamente, não queria deixar para trás. Só tenho pena do Phil. Mas quem mandou escolher uma namorada assim?

Meus favoritos? Ouro: Mu, Shion, Saga e Máscara da Morte (siciliano, claro). Bronze: Hyoga, Shun e Ikki. Detesto o Shiryu e odeio o Seiya.



Escrito por Kari às 08h49
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desabafo...

Amei a minha avó incondicionalmente. Independente de dinheiro ou jóias. Minha italianinha sempre foi uma grande amiga. Para quem contava as coisas indizíveis que não falamos nem pra mãe.

Sempre admirei minha avó por ter se tornado aquela Diva Giannini. Linda e realizada. Motivou a inveja de muitos. Motivou a inveja de muitas, deixe-me corrigir o erro. Sempre quis ser amada pelo que foi e não pelo o que tinha. E por ter adotado uma filha tão maravilhosa, minha caríssima mãe, tornou-se mais um alvo para despejo de intrigas e bajulação. Minha mãe me criou sozinha e é quem é por mérito próprio. Cursou universidade, é linda, nunca dependeu de ninguém. E mais do que bem-sucedida na profissão, é uma mulher de altíssimo astral e simpatia contagiante. E com o melhor dos corações, ah sim.

Pois essa filha tão linda e bem-sucedida tornou-se a "feia", "burra" e "maconheira". Calúnias plantadas por aquela gentalha medíocre que não vale o que o gato enterra. Aquela gentalha medíocre que amou o dinheiro e os dólares da minha avó. Gente que considera trabalho um sinônimo de ofensa. Pois lá estava a minha italianinha já tão fraquinha no hospital. E quando precisou dessa gente, obviamente, levou uma banana. Alguns ligavam diariamente para saber se ela já havia morrido. Sabem como é. Dólares, jóias, dinheiro, muito dinheiro.

Em uma segunda-feira triste, Deus levou a minha italianinha para o seu lado. Soubemos de sua morte assim que entramos no carro para visita-la na UTI. Desabamos. Mas continuamos com o mínimo de força para virar a noite atrás de um serviço funerário e um velório com o melhor do melhor que pudemos lhe dar. Ao lado de nossa querida polaca, esperamos a noite inteira debaixo de uma garoa gelada e um frio canadense. Não. Ninguém que era da família nos ajudou. Nem os que se diziam "sobrinhos por admiração". Nem os que se diziam amigos.

Mas, curiosamente (sarcaaasmo), ligaram no mesmo dia de sua morte para exigir sua parte. Dólares, obras de arte, jóias etc. Que raiva. Que nojo. Que revolta. Não os chamo de abutres pois a Sociedade Protetora dos Animais me processaria.

Especialmente porque vi minha mãe, uma admistradora de empresas com ótima fama até no Canadá (é verdade), passar por dificuldades financeiras e ter que vender roupa para me sustentar. E que tudo o que ela conquistou foi às custas de seu trabalho. Hoje vivemos muito bem, graças a Deus. Vejo o ótimo e lindo apartamento em que vivemos, minha educação e qualquer outra coisa. Tive tudo do bom e do melhor. Bens conquistados por ela. E somente por ela. E por toda essa competência, ah, teve que pagar por ser tão boa. Mas um dia a história muda. A justiça divina acontece em terra. A grande blasfemadora da história já se foi após ter uma morte horrorosa por uma doença incurável - aquela lá... sexualmente transmissível por um vírus adquirido por relações sexuais ou agulhas contaminadas.

E agora, sei bem, seremos malhadas por todos eles. Estou revoltada e profundamente triste. Minha avó não mereceu tamanho desgosto (ela sentiu o abandono de uma certa pessoa que se dizia uma parente que a amava muito). Sei quem amou a minha italianinha até o fim. Conto nos dedos da mão direita.

E quando ouvi minha mãe cantarolar uma música do Chico Buarque (ah, sim, vou pagar minha língua), vi um sentido na letra daquele tio que não me agrada musicalmente. Ora bolas, Herr Buarque, hei de reconhecer que sua letra é sensacional. E assim me sinto mais sossegada.

Cada um traça o seu caminho. Fico feliz por dormir todas as noites. E por poder olhar no olho de quem tanto nos acusou injustamente. Sei que fiz minha avó feliz. Sei o quanto a amei e a amo ainda mais. E sei que não sou um urubu ou um porco que chafurda nesse lamaçal de podridão infinita que é a ganância por herança.

Quando chegar o momento
Esse meu sofrimento...
Vou cobrar com juros. Juro!
Todo esse amor reprimido,
Esse grito contido,
Esse samba no escuro.
Você que inventou a tristeza
Agora tenha a fineza
de “desinventar”.
Você vai pagar, e é dobrado,
Cada lágrima rolada
Nesse meu penar.
Apesar de você
Amanhã há de ser outro día.
Ainda pago pra ver
O jardim florescer
Qual você não quería.
Você vai se amargar
Vendo o día raiar
Sem lhe pedir licença.
E eu vou morrer de rir
E esse dia há de vir
antes do que você pensa.



Escrito por Kari às 22h38
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cockadooooo odle-dooooooooooooooooo

Eu kiria falah uma coixinha proceis. Si tem uma coixinha qui eu detestuuuu é genti ki falah axim. Si pudessi, eu dava uma bika na boka pra kebrá todux us dentix dexas minininhais que naum xabem ixcrever in portugueix direitinhu.

Pior é que tem moleque escrevendo assim. Get a life.



Escrito por Kari às 23h20
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...

Lá estava eu. Fútil e vaidosa no salão de beleza no sábado folheando algumas revistas bem toscas e ouvindo aquele "poperô" insuportável no rádio. Mas prestei a atenção na letra e achei interessante. Dado o momento. Dadas as circunstâncias e os imbroglios. Tive um dos piores dias da minha vida. Minha italianinha se foi. Mas ela está bem, eu sei. E por enquanto eu sobrevivo para dar uma bica nos abutres. Gente que não vale o que o gato enterra.

I live it for my darling , and I will
That am I leaving problems down our feets
I want to live my feelings day by day
I like to give emotions , in my way
But I don't know if its the right day, for this words
Now I say things I didn't say before
I need an explanation, tell me more
Why am I alone now? I don't know...

in Erika, "I Don't Know".

...

mudando de assunto... falando daqueles que ficam e que nos trazem alegrias diárias:

Photojournaliste.ca

O título um tanto luxuoso é de propriedade de alguém não menos luxuoso e photojournaliste: é o site officiel do Monsieur Roy. Um fotógrafo, jornalista e outros títulos que muito me apetece. Blog, flog, galeria de fotos e outras fanfreluches expostas num layout que eu adorei. É, essas coisas Made in Canada (pero no mucho - ele e o designer, também quebecois, estão em Xangai) realmente são de qualidade. E que a EMBRAER reconheça que a Bombardier é, também, uma empresa de aviação que chuta glúteos.

http://www.photojournaliste.ca

Ah, Philou, je t'aime...

...

finalmente teu site tá pronto, amore!



Escrito por Kari às 23h34
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self-made piada

Por que os chineses comem cachorro?

.

.

.

Porque eles são baixinhos...

*hahahahahahahahahahahahahahaha*

(besta é a Libanezza que ri das próprias piadas... adivinha se não fui pra aula de chinês, hoje?)



Escrito por Kari às 12h45
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qual é o tipo de música que você mais gosta?

Não há pergunta mais simples e tosca do que essa em meu universo. Simplesmente porque não consigo fazer nenhum ser humano entender que meu gosto musical não se prende a apenas um gênero. E se listo as bandas e artistas que mais me apetecem tenho o desprazer de ver o torcer de nariz do mentecapto que me perguntou tamanha cretinice.

Nunca sei responder. Consigo gostar de ópera (sim, eu gosto e compro DVDs e assisto e ouço... diferente de nego que ouve uma ária, gosta e se acha conoisseur no assunto), música pop da Polônia, heavy metal, trance, brega e ter hérnias ouvindo alguns noturnos de Sibelius. E sei admirar o lirismo gaúcho, a cafonice de qualidade e a melhor definição para certos seres humanos como só o Slayer sabe fazer: "you are just a waste of sperm".

Acho que a melhor coisa que poderia dizer é que baixo mp3s a granel de bandas da Finlândia e da Polônia. Que vibro com as letras do napolitano chistoso, Renato Carosone. Que quando compro um DVD de ópera na FNAC, não resisto e vou ouvir uma música do Amado Batista nos earphones da loja. E que antes de me julgarem, por favor, tenham em mente que estudei piano clássico por seis anos.



Escrito por Kari às 17h00
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bye bye press freedom

Não esperava que um jornalista pudesse defender a expulsão de Larry Rohter pelo Governo Brasileiro. Eis que o Sr. André Singer (porta-voz da Presidência da República e jornalista) conseguiu me surpreender ao defender a medida tomada por Herr Lula da Silva e seus comparsas. Sim... ele é porta-voz do presidente, eu sei. Mas enfim, não consegui conter minha emoção ao ler tal panfletinho petista. Disse ele que:

"Esse eventual substituto [do jornalista Larry Rohter], junto com o outro correspondente do "New York Times", que permanece no Brasil, encontrará aqui, garantida pela Constituição Federal, a mais irrestrita liberdade de trabalho e de expressão, equivalente àquela que é assegurada aos jornalistas brasileiros."

Claro. Todos nós estamos vendo isso.

"Como se sabe, o Brasil é hoje um dos países mais livres do mundo no que diz respeito à liberdade de imprensa, e este governo tem um compromisso inarredável com essa conquista da humanidade, que é o direito de expressar o pensamento. As críticas mais duras, as revelações mais chocantes ou as brincadeiras apimentadas não sofrem nem sofrerão censura de nenhum tipo no Brasil."

Tão verdade que o Brasil foi incluído na lista de países que possuem uma das piores imprensas do mundo. Inclusive pelo "Repórteres sem Fronteiras". Apenas um ignorante absoluto ou petista fanático acreditam que a nossa imprensa (assim como a canadense e a islandesa) é um exemplo a ser seguido mundo a fora.

"Se o jornal [NYT] tivesse reparado o erro cometido, o governo teria aceitado as desculpas, ainda que elas dificilmente anulassem os prejuízos já causados. Diante da simples reiteração das calúnias publicadas, já que a porta-voz do "New York Times" considerou a reportagem "correta", tornou-se necessário tomar as medidas cabíveis."

Imagino que o trabalho do porta voz seja esse mesmo. Tentar reparar as besteiras do presidente. Aliás, que situação tão chata em que me enfiei: disse ao meu namorado-marido-whatever que a imprensa no Brasil era menos pior do que a chinesa. Agora vejo esse fato estampado nos grandes jornalões internacionais e vejo que fui uma bela mentirosa. Está no Miami Herald, El País, La Nacion, The Washington Post.

Além de enfrentar um mercado de trabalho terrível, temos que engolir essa. Sem adoçante ou vaselina. O artigo poderá ser lido na íntegra aqui:

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz1305200409.htm



Escrito por Kari às 11h46
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there's no way out... it seems

A cada dia a situação da minha avó piora. É desesperador e angustiante esperar pelo boletim médico a cada visita. E mais desconfortável é ter que tomar algumas decisões e ações que, por hora, são tão cruéis para quem as toma. Mas o pior é o pitaco da parentada que não convive com a minha avó. Que não a viu. Que não sabe como ela está na realidade. Que não a ouviu dizer que a cirurgia ao invés de melhorar, piorava as suas dores. Me sinto uma completa inútil em não poder faze-la sofrer menos. E ainda ouço comentários geniais de fulanos e cicranos.

Família, às vezes, é confortável como uma hemorróida.



Escrito por Kari às 15h39
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Orkut?

Já percebi que esse Orkut virou uma febre. Pena que não tenha entendido, até agora, para que serve essa droga. Entrei na esperança de reencontrar amigos antigos... mas só recebi mensagens bizarras de comunidades que propoem swing, bacanal, essas cousas. Por curiosidade, fui espiar uma dessas comunidades toscamente entitulada de "Pervertidas". É assim: só entra mulher. Homem só pode entrar se alguma guria confessar que já transou com ele. E alguns acabaram entrando. Cliquei no profile de um sujeito lá e fui ver as fotos dele. Para começar, o cara era baranguíssimo. E postou fotos indecorosas: segurando o membro, lambendo os beiços, fazendo cara de sexy. Enfim: me pergunto para que raios serve esse orkut além de você ficar dando notinha para seus amigos, escrevendo testimonials meigos e açucarados... ou entrando nessas comunidades de meia pataca.

...

Sim, hoje é um daqueles dias em que eu gostaria de desaparecer ou chutar tudo para o ar. *Tudo*.



Escrito por Kari às 11h42
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saudades dos Pandas Zombeteiros

Arrumando o espaço para ver de me distraio e dou um chega pra lá no bode. Estes pandas são fofos ao estilo "blog de guriazinha". Pandas roliços e gordos - como diria meu amigo Lucas, aquele guri pândego e tão avesso ao pinci-nez way of life.

Aaah, ainda não consegui me animar. E na falta do que dizer, sapeco aqui uma imagem.

Aaaaah, Sidney Magal!!!



Escrito por Kari às 21h35
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Programa do Jacaré

Acho que não preciso escrever nada... Patrocinado pela Ultrafarma, trash e dá audiência.

"O Programa do Jacaré é um programa de auditório que envolve espaço musical, entretenimento, e alegria do inicio ao fim, com espaços para artistas que trilham o mundo da fama.

     Há no cenário do programa do Jacaré, duas Bailarinas, mesa composta por três Jurados, um Boneco de nome Tchuco e outro de nome Aritaro, um Anão, um personagem intitulado de Fumaça e o Marmitão um personagem atrapalhado que é cheio de querer levar vantagens, nos quais, interage com o apresentador Jacaré."

palavras da assessoria...



Escrito por Kari às 01h10
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Für Mich Solls Rote Rosen Regnen

Sim. Frau Dietrich é a dona da voz que repete o título deste post na minha cabeça. Detesto quando uma música "cola" no meu cérebro. Tenho que ler uns textos para meu TCC e a cada novo parágrafo... "Für Mich Solls Rote Rosen Regnen". Sim, ADORO a "alemoa". Tenho mp3s e mais mp3s. Mas isso está me deixando louca. Aliás... a verdão desta música que tenho é um pouco medonha. E estou aqui tentando baixar a versão por Hildegard Knef.

Claro. Poderia ser pior. Poderia ser "Sabão Crá Crá"... como aconteceu num dia de fechamento da resvista em que trabalhava.

Ok, estou sem criatividade para postar alguma outra coisa. Sabem por que? Cada vez que penso em algo, lá vem: Für Mich Solls Rote Rosen Regnen... Já me disseram para cantar outra música mentalmente. Mas tenho medo de trocar a Frau por uma outra Frau wannabe, mais brasuca e Meneghel.

Alguém teria uma sugestão repetitiva... BOA?



Escrito por Kari às 23h26
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NO Chico

Digno de destaque, o maravilhoso Tango do Meretrício de João Almeida. Música gaúcha, claro. E se quiserem ler sobre lírica gauchesca, sugiro que visitem o blog do Herr Schüler. Que fez um post sensacional sobre o assunto e levantou uma bela polêmica. Ah, Anna, calma que não voôu uma pia. Ainda.

Rasguei a certidão de casamento
Finquei o braço na mulher
- Foi um gritedo!
Vesti uma fatiota elegante
Despachei duas amante
E me mandei pro chinaredo

Não há lugar melhor que o meretrício
No vício é que eu encontro o meu papel
Me enfrasco e canto um tango pras guria
Que eu sou filho duma tia
Da empregada do Gardel

Desde guri eu nunca fui um bom sujeito
Pois a falta de respeito sempre foi minha vocação
Me lendo a mão uma cigana disse tudo:
Ou capam esse cuiudo
Ou emprenha toda a Nação

(...)

Dizem que bom eu só vou ser depois de morto
Porque pau que nasce torto não dá mais pra endireitar
Eu sou teimoso, e por não concordar com isso
Me mandei pro meretrício e fico até desentortar

Ainda escreverei meu manifesto anti-Leblon. A quatro mãos, claro.



Escrito por Kari às 23h16
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ufa!

Hoje o dia foi daqueles. Um post sobre lírica gauchesca no blog do meu querido Herr Schüler virou uma guerra daquelas - pra chimango ou maragato nenhum botar defeito. No calor da discussão... voaram tiros para todos os lados e um certo mancebo metido a chistoso baixou o nível. Insinuou que sou analfabeta ao ver minha assinatura - Libanezza. Escrevo com dois zês pela brincadeira com meu background líbano-italiano. Mas o fulano era tão mentecapto que não sacou. Ora bolas. Será que eu sou muito exigente por acreditar que os que se auto proclamam jornalistas devam ter QI maior do que o do Forrest Gump?

Chega de briga. Que sejamos todos felizes com Chico Buarque ou Xiru Missioneiro (meu caso). Agora dá licença que vou sapecar uma frescurinha animada de blog de guriazinha para dar um ar Walt Disney da Coréia ao meu blog - ultimamente tão carregado de notícias ruins.

Opa! Desculpa, errei a imagem... ia postar outra coisa fofa. Mas lá vai:

E aqui a legenda adequada seria: nheco-nheco.



Escrito por Kari às 23h53
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As peripécias do poodle de Notre Dame

Sim. Ela é pequena e pesa menos de cinco quilos. Mas consegue derrubar a treliça de madeira que colocamos na área de serviço para que os poodles nada higiênicos entrem na cozinha realizem a XXXIIV Festa do Xixi do bairro de Higienópolis. Para que vocês tenham idéia: eu, 1,77m de libanesa, faço uma certa força para abrir essa treliça. E a Tati (a poodle) a derruba facilmente.

Quem?

Tati é a minha poodle. Apelidada como poodle de Notre Dame pelo Schüler (oras, quem poderia ser?). Por que? Bem... para começar, ela é epilética. Cega e caolha. Tem uma hérnia no umbigo do tamanho de um ovo de codorna e não pode operar por ter já seus 14 anos. Além disso ela é cheia de verrugas pelo corpinho e tem hemorróida. É dona de um hálito nauseabundo e está senil: faz xixi de cinco em cinco minutos. E late sozinha.

É. O Vives tem razão:

"Poodle é um animal que estraga rápido e dura muito."

E completo: a Tati ainda vai viver muito. Pois tem uma saúde de ferro.



Escrito por Kari às 01h09
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dignidade - ou falta dela

The eagle never lost so much time as when he submitted to learn from the crow.

William Blake

É. A Maitê tinha razão. Jogar culpa em estagiário para demiti-lo. No meu caso a história foi abusar ao máximo da estagiária para conseguir trabalho barato. E quando você perde credibilidade com o mercado pois já está agonizando, é assim que funciona: jogue a culpa na estagiária. Sei da minha culpa em não ter conseguido a entrevista. Mas até que ponto a culpa é minha quando o veículo em que você trabalha já perdeu totalmente a credibilidade com os assessores, leitores, Deus e assinantes?

Mas o que mais me chateou nessa história foi ouvir que não sou de confiança. Que cousa. Trabalho praticamente de graça desde dezembro. Aliás... pago para trabalhar (desconte condução, alimentação, cota extra de paciência para um chefe verborrágico que não deixa ninguém trabalhar mas culpa o MSN). Agüentei quieta. Sabia das dificuldades e da angústia do meu chefe. E ouço que não sou de confiança. Isso me doeu mais do que a demissão. Aliás... a demissão não doeu. Pois era o que eu mais queria há tempos e não tinha coragem de me auto-demitir.

Acabou. It's over. C'est fini. Peguei meus papéis, minhas fotos na mesa e parede, limpei meus e-mails, tirei minhas fotos e arquivos do computador, meu papel de parede, meu copo, meu prato, meus talheres, meu Nescafé (aliás, pago pro meu chefe tomar cafezinho... e não sou de confiança), meu molho de saladas, minha necessaire, minha toalhinha de rosto e tudo mais o que era meu. Abarrotei algumas sacolas amarelas do supermercado Padrão da Vital Brasil e peguei um ônibus com destino ao Largo da Pólvora. Desceria na Liberdade para visitar minha avó no hospital. Mas para completar meu dia, peguei um congestionamento monstro e fiquei estacionada na ponte Butantã por uma hora. No mínimo.

Perdi o emprego. Mas ganhei amizades valiosíssimas. Em especial a Tati. Que era minha colega e apenas colega de sala na Cásper Líbero. E hoje é uma grande amiga. E todos os meus colegas de trabalho. Fabrício, Paula, Ariana, Anamaria, Bruno, Patrícia e Thaís. Ah, a Thaís, que doce de menina. Sempre de ótimo humor até quando a situação parecia a pior e mais desesperadora possível.

Também perdi qualquer resquício de consideração ao meu chefe. Que disse que não sou de confiança. Ah, céus, como me doeu. Deveria ter aberto a minha bolsa para que ele checasse tudo. Que não roubei nada. Diferente de certas pessoas eu não me pego o que não é meu. E não devo a ninguém. E por isso, é claro, não sou de confiança.

Céus, como isso dói.

Quanto a demissão... aproveito o momento desemprego para tomar conta de coisas que valem realmente a pena. Minha família, meus amigos, meu passaporte italiano, meu projeto experimental, meu corpo, meu dinheiro, meu namorado, meu sobrenome, meu futuro sobrenome e futuro passaporte canadense, meus poodles, meu cabelo, meus árabes, meu Barthes, meu grupo de estudos de geoeconomia na PUC com o todo-poderoso Prof. Dr. Jason Borba, meu final de curso de jornalismo, meus planos, meu laoshi, meu curso de chinês, meus sonhos.

E como o Sr. Editor é tão pequeno e banal e agonizante perto de tudo isso. Get a life.



Escrito por Kari às 00h11
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ah!libanezza!




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